Quem Somos

Saúde na Escola

Sabemos que saúde não é apenas a ausência de doenças. O bem estar físico, emocional e social pressupõem uma compreensão mais ampla, que permita ao homem a relação harmônica com o meio ambiente, com os outros seres humanos, com sua subjetividade. Sabemos que nosso corpo é nossa primeira casa, nosso “meio ambiente” mais precioso e, portanto, um trabalho pedagógico de qualidade não poderia estar desvinculado desse aspecto.
A escola e a família, porém, têm seus limites e o equilíbrio entre cuidar e educar se coloca em nossa rotina como reflexão e desafio. Sabemos que, sozinhos, não daremos conta dessas funções. Além disso, precisamos contar com um trabalho em parceria para alcançarmos a alegria de ver nossas crianças crescerem, relacionando-se saudavelmente com o mundo.
Há alguns anos nos reunimos com uma comissão de pais e médicos. Nesse encontro, esclarecemos dúvidas e, hoje, nos sentimos mais seguros para lidar com as questões relacionadas à saúde e à higiene de nossas crianças.
Constatamos a importância da elaboração de algumas regras que orientem a conduta de pais e professores na rotina da comunidade escolar.
Não queremos que vocês recebam essas regras como um afastamento. Elas são o resultado de um trabalho sério, mas carinhoso, de quando pensamos sobre como favorecer a saúde de todos dentro do ambiente escolar.

OS REMÉDIOS
Remédios de uso contínuo e controlado devem ser entregues e comunicados diretamente à orientação.
Os demais remédios devem ser entregues diretamente à coordenação ou às professoras, com o nome completo da criança. Na hora da saída o mesmo será devolvido, em mãos, ao responsável. Os remédios não devem ser transportados na mochila e nunca devem estar a cargo das crianças.
Só nos responsabilizaremos por ministrar o medicamento se o responsável sinalizar na agenda, diariamente, o nome do medicamento, a dosagem e o horário.
Para não sobrecarregar os funcionários da escola, evitando esquecimentos e interrupções no tratamento, pedimos aos pais que procurem planejar a medicação de forma que fique sob nossa responsabilidade apenas uma dose diária.

A FEBRE
As crianças que tiverem febre na noite anterior ou durante a manhã não deverão vir à escola. Em caso de febre que se inicia na escola, os pais precisam colaborar, vindo buscar a criança o mais breve possível. É também importante observar o desaparecimento do estado febril por um período mínimo de 24h em casa, para então liberar o convívio com as outras crianças.

ALTERAÇÕES NO ESTADO FÍSICO
Em casos de erupções cutâneas ou de suspeita de doenças infecto-contagiosas, como conjuntivite, impetigo, sarampo, catapora etc, cabe ao responsável suspender a frequência à escola e levar a criança ao pediatra. Qualquer suspeita nos fará ligar para o responsável e pedir que venha buscar a criança, o que pode ser evitado com o simples uso do bom senso. Não podemos arriscar e não temos como diagnosticar. Na dúvida, sempre agiremos no sentido de proteger a maioria de um possível contágio, além de acolher e dar maior bem estar à criança que se sente mal.

QUANDO VOLTAR À ESCOLA?
Apenas o pediatra pode indicar o momento de alta e retorno à escola, responsabilizando-se pela saúde do seu paciente e pelos riscos de contágio para as outras crianças. No retorno, o aluno deverá apresentar um atestado médico, certificando-nos de que passou por uma avaliação médica.

ASSISTÊNCIA MÉDICA E URGÊNCIAS
Para o atendimento imediato de urgências médicas e socorro no caso de acidentes, contamos com os serviços da URMES. A Escola poderá solicitar a visita de um médico de plantão para possível diagnóstico e orientação ou, quando necessário, encaminhamento das crianças para o atendimento em clínicas ou hospitais credenciados pela empresa. Os responsáveis serão imediatamente avisados do ocorrido, pela escola. Nesses momentos, a presença dos pais durante o atendimento é muito importante para as crianças. Por isso, assim que forem comunicados, procurem se dirigir ao local combinado, sem perder a calma e a tranquilidade, para poder acolher sua criança com carinho, reforçando a segurança emocional e afetiva.

PIOLHOS
Lembramos que a cabeça das crianças deve ser constantemente verificada. Caso sejam encontradas lêndeas ou piolhos, pedimos que os responsáveis entrem em contato com o pediatra, para que sejam orientados quanto ao tratamento adequado. As crianças só poderão retornar à escola quando o tratamento estiver concluído. Entendemos como tratamento concluído a retirada de TODAS as lêndeas, vivas ou mortas, pois a diferença entre elas não é identificável a olho nu.

O LANCHE
Pensar numa alimentação equilibrada e diversificada pode ser uma boa atividade para a família. Evitar produtos industrializados, frituras, gorduras e açúcar deve ser uma preocupação de todos. O lanche não é a refeição mais importante, mas a escola pode ajudar na formação de hábitos mais saudáveis. Se todos cooperarem, a socialização do lanche será de melhor qualidade.

ACORDAR BEM DISPOSTO
Mudanças bruscas de humor, desânimo, falta de interesse e de disposição para as atividades são observados nas crianças que não têm o limite da hora de dormir indicado por seus pais. O despertar dessas crianças é geralmente irritadiço, conturbado pela pressa do dia-a-dia, gerando comportamentos ansiosos e conflitos que, muitas vezes, se refletem nas relações com os amigos e professores da escola. Dormir cedo para acordar cedo, tomar um banho gostoso e, com calma, um bom café da manhã, são hábitos importantes, principalmente para os que estudam no turno da manhã. E ninguém pode esquecer, que um abraço apertado de despedida, certamente, é o prenúncio de um dia mais feliz para você e seu filho.