Tribo

As relações

Quando agosto começou, novos amigos se juntaram ao grupo e era preciso pensar em que medida nossas atitudes podem ser de acolhida ou de indiferença para os que chegam.

Foi um semestre de muitas conversas.
As relações com o trabalho e com os professores, a motivação e a disponibilidade para escutar, trocar e participar estiveram, com frequência, na pauta das Tribos.

Discutimos sobre preconceito a partir do vídeo "Uma lição de discriminação", disponível na internet.

Usamos algumas peças publicitárias para refletir sobre a imagem e o consumo.

Fizemos a leitura e o debate de "Em Nome da Discórdia", texto de Cláudia Amorim, publicado na revista de O Globo para abordar a importância de ouvir o outro, de estar aberto para a diferença e de poder ser convencido de outra opinião, repensar, refletir e ampliar os horizontes.

Cinema, Pipoca e Conversa

Todo o Ensino Fundamental II comemorou o Dia das Crianças com uma sessão especial e exclusiva do filme "Corda Bamba - História de uma Menina Equilibrista", com pipoca, refrigerante e um bate-papo com o diretor, Eduardo Goldenstein, pai da Beatriz (F8TB) e do Gabriel (F6T). A delicadeza e a profundidade do roteiro tocaram as crianças. O universo alegre e sofrido da vida circense, a importância das relações de confiança e cumplicidade que construímos e o conflito que gera crescimento atravessam todo o filme. Diferente das grandes produções exibidas atualmente para os jovens, "Corda Bamba" está aí para resgatar o sensível, o sutil, o tênue fio que distingue o imaginário do real.
O elenco conta com muitos atores/alunos da escola. É uma produção cuidadosa e respeitosa ao texto original de Lygia Bojunga, que emocionou nossos alunos e gerou um enorme debate no final da sessão. Parabéns a todos que participaram da realização do filme.

Mais informações em www.cordabambaofilme.com.br.

Na revistapontocom, você lê a entrevista de Eduardo falando sobre a produção. www.revistapontocom.org.br

Português

Refletindo com Mia Couto

Iniciamos o semestre retomando as atividades que já estavam em processo. Tínhamos muitos projetos de leitura e escrita em andamento. Realizamos o segundo desafio literário proposto, desta vez em torno da crônica Zôo Ilógico, de Mia Couto, texto publicado em Jornal Moçambicano. O desafio foi produzir uma carta do leitor.
Antes da carta, discussões, apresentação do texto a outros leitores e recolhimento de suas reações alimentaram as turmas de boas reflexões. O desejo era tentar fazer com que chegassem ao autor.
Publicamos no Informe semanal algumas das produções, convidando a comunidade para que lessem os demais textos em nosso Informe Literário.

"Mia Couto,
Não sabemos escrever, nem descrever, como você faz. Não brincamos tanto com as palavras, nem reinventamos a escrita, afinal, nem aprendemos isso na escola, mas a gente pensa, e cria opiniões, como nós criamos sobre sua crônica.
Realmente, dentro da inocência dos animais, existe a liberdade. E talvez a maior jaula dos homens seja sua própria mente, e a infinidade de pensamentos que ela permite. Talvez, dentro de todo conhecimento, nós tenhamos a necessidade dos limites, por isso criamos essa grande jaula, também conhecida por 'cidades', ou 'prédios'.
Como você pode perceber, até a palavra 'prédio' se parece com a palavra 'prisão'. Nós nos aprisionamos à discriminação de qualquer coisa diferente, e no mundo animal isso não existe. E isso é uma das maiores liberdades. Pelo olhar dos outros, os homens podem ser mais selvagens que os próprios animais. Nós mesmos nos julgamos como racionais, só não nos tocamos que vivemos dentro dessa loucura organizada, nessa rotina ilógica, que nós julgamos ser lógica. Mas o que tudo isso quer dizer?
Continuaremos procurando respostas.
Antonia e Rosa"

"Caro Mia Couto,
Primeiramente, gostaria de começar essa carta com uma frase de sua autoria 'A cidade e o zôo-ilógico: qual deles aprisiona o outro?' Os homens, assim como os animais, na sociedade humana, vivem em selvas de pedras, aprisionados em cubículos engradados com a falsa ideia de proteção. O mesmo homem que aprisiona os animais aprisiona a si mesmo para escapar da irracionalidade das verdadeiras feras, aniquilando qualquer possibilidade de liberdade.
Humanos e animais estão sujeitos a todo tipo de violência física e psicológica “não provoque os homens, sua humanização está em curso” e, assim, terminamos essa carta, com outra ideia sua, concordando que, como os homens, estamos longe de chegar à perfeição.
Atenciosamente,
Alice T, Julia e Stephanie"

"Caro Mia Couto,
De certo modo concordamos com seus argumentos, realmente, há lógica na sua afirmação de que os humanos estão em um processo de humanização, interferindo em toda e qualquer vida, (Sem contar com a sua própria, de cada ser). Apesar de alguns humanos quererem ajudar, esse processo de destruição corre mais rápido, a maioria não está nem aí, e há uma outra pequena fração que está completamente contra, pois se isso acontecer, perderia seu dinheiro, não teriam, por exemplo, como ter um zoológico.
Humanos humanizados não o teriam. A falta de tato da sociedade humana atrasa e impede todos os avanços da natureza. Realmente, isso é uma grande lástima.
Por um mundo melhor,
João Daniel e Maurício"

"Caro Mia Couto,
Sua crônica, que tivemos oportunidade de ler na escola, é muito comovente, cada palavra expressa o que nós sentimos quando vamos ao "zôo- ilógico". Realmente, nós percebemos que os animais são absurdamente maltratados e estão sem nenhum cuidado, presos contra a sua vontade, despejados em jaulas e impedidos de viver como animais. Como pode animais tão lindos, feitos para voar, presos em gaiolas tão pequenas? Tigres tão fortes sem possibilidade de correr, saltar e caçar?
Seu texto, com certeza, retrata o tamanho da desumanidade do ser humano que, a partir do momento em que passa a viver em grandes cidades, se afasta da natureza e passa da única espécie de animal racional para uma espécie que desmata, aprisiona, destrói animais e até coloca em risco a própria espécie humana.
Bom, para nós, seu texto é exatamente o que pensamos, mas escrito com lindas palavras.
Atenciosamente,
Laura, Maria Helena, Eduarda e Alice"

Um teste diferente

Essa atividade foi diferente porque, para realizá-lo, os estudantes precisaram trazer os materiais, livros e cadernos. Como forma de se preparar para a produção de um texto argumentativo, tiveram acesso aos textos com antecedência para discutirem com as famílias, recolher opiniões e posicionamentos. A ideia era que pudessem fazer desse momento também uma oportunidade de pesquisa.

Desafio

Um dos desafios propostos para a criação no caderno “Memórias em construção”, foi a produção de texto “Se passando por...”. Os alunos deveriam escolher um autor, buscar, pelo menos, três de seus textos, lê-los, tentando identificar traços que fossem sua marca (observar estrutura, temas, formalidade ou informalidade na escrita, “alma” das personagens etc.).
Depois, o desafio se completaria ao escreverem um texto que poderia se confundir com a obra do autor escolhido.
A ideia é que não contassem ou identificassem inicialmente a escolha. No momento da apresentação, tratamos de descobrir. Machado de Assis, Manoel de Barros, Clarice Lispector, Cecília Meireles, Veríssimo, dentre muitos outros, foram escolhidos. Parte dessa produção foi publicada no Informe Literário, mas compartilhamos no Informe um pequeno aperitivo:

O passarinho do coração canta estrelas na noite de flores
Enquanto o leito do rio chia frutas no céu verde abacate
E do sabor da fruta em nossas línguas nasceu um novo dia
João Daniel (como se fosse Manoel de Barros)

A Língua e a Feira Moderna

Para esse momento bastante especial do trabalho, que antecede a Feira Moderna, combinamos, entre aqueles que escolheram se dedicar à Língua Portuguesa, que contariam com a ajuda da professora ao longo do processo, à medida que solicitassem, mas que a concepção da apresentação, a criação, a organização, a divisão de tarefas, ficariam por conta do grupo. A orientação fundamental passou pela realização de pequenos encontros diários para a organização e o melhor aproveitamento do tempo e para a socialização de todas as ideias que giraram em torno da Literatura.
Para compartilhar, de diferentes modos, com os visitantes, elegeram o livro Fahrenheit 451 e as Memórias escritas ao longo do ano.

Oficina de Poesia

Nas aulas de Língua também houve espaço para nos dedicarmos à poesia, tendo em vista uma produção mais autoral para o trabalho de encerramento do ano - uma proposta em parceria com as aulas de Artes, Música, Expressão e Teatro. Em nossas aulas, cuidamos do texto. Como inspiração, lemos alguns poetas: João Cabral de Melo Neto, Drummond, Manoel de Barros, Leminski, Adélia Prado, Cora Coralina, Mário Quintana e Fernando Pessoa. Começamos a pensar na ideia de poesia como "graça verbal". Assim, fomos observando os poemas, ouvindo, lendo e, aos poucos, construindo outras "graças", tentando uma aproximação com o tema institucional e toda a sua abrangência. Os poemas foram reunidos no Informe Literário, mas aqui compartilhamos um deles, dos autores: Bento, Gabriel L e José

Quando trans forma
se forma.
Já quando põe na fôrma
não transforma.
Não tem pontos de vista,
não modifica.
Não se cria,
nem se pensa.
A gente só vê diferença
se transforma a fôrma.
Para transformar a fôrma,
é preciso coragem,
é preciso força.
Às vezes,
transformar a fôrma
exige mesmo transgressão,
para, quem sabe, fazer progredir.
E, no fim, a fôrma
poderá ter outra forma
transformada.

O Blog

E foi assim que a turma anunciou no Informe semanal sua iniciativa:
"Ao decorrer deste ano, as turmas de oitavo ano escreveram textos, memórias. E, com o chegar da Feira Moderna, vimos que seria adequado reunir parte desses textos literários em um só lugar: um blog.
O link para este santuário literário está disponível no site de nossa amável escola. Mas, caso esteja demasiado cansado, aqui está o endereço: memorias-em-construcao.tumblr.com
Caso queira enviar sua memória, entre em contato com a gente ou com a Flavia, professora de Português."
(Dora e Luiza)

Fahrenheit

Após assistirmos ao filme "Fahrenheit 451", de François Truffaut, as aulas foram dedicadas à produção de um texto que chamamos "de criação". Foram criados gêneros textuais diferentes a partir de quatro propostas que relacionavam o livro e o filme.
Ainda como desdobramento da atividade, fizemos um troca-troca dos textos produzidos e cada um assumiu o lugar de "comentador" do texto do colega, por escrito, tendo em vista a proposta escolhida e seu conteúdo.

Diário da Queda

Na reta final nos envolvemos com a leitura de Diário da Queda, de Michel Laub. A ideia inicial foi colocar os estudantes em contato com um romance contemporâneo que dialogasse com as suas questões, que tangenciasse um universo mais próximo: memórias, identidades, experiências aos 13/14 anos, escola, cultura, enfrentamento, violência, exclusão, bullying.

Livro, Filmes e Memórias

As últimas aulas foram dedicadas à leitura e às conversas em torno de o Diário da Queda, das questões trazidas pelo autor – a começar pela própria ideia de queda e de transformação a partir dela – das nossas emoções como leitores e também, modestamente, da forma como ele constrói seu diário, sua narrativa, sua memória.
Nosso interesse foi ampliar a discussão das temáticas abordadas, por isso trouxemos também os filmes "Escritores da Liberdade" e "Elefante Branco" para apreciação e debate. Como não poderia deixar de ser, e para fechar o ano com "chave de ouro", a proposta para a produção da ultima memória no caderno "Memórias em Construção" passou por essas experiências de leitura e discussão – do livro e dos filmes. A ideia era que os alunos pudessem reconstruir um momento de sua vida a partir das memórias que seus pais, avós, tios, irmãos têm deles e queiram compartilhar. Isso foi feito a partir de conversas, revisitas a álbuns de família, objetos, gravações, curiosidades, episódios tristes e engraçados de histórias de vida etc.
O desafio foi recolher essas memórias afetivas, inclusive gravando, e escrever uma Memória das Memórias. Para a escola, deveriam trazer o texto produzido e, se desejassem, algum material selecionado.
O registro, como sempre, foi parar no blog, há memórias bonitas por lá!

Flores para o Fundamental 1

Foi publicado o nosso último Informe Literário, com textos inspirados em "A Maior Flor do Mundo", de José Saramago. Os estudantes prepararam recontos dedicados aos colegas do Ensino Fundamental I e, desta vez, com direito à ilustração. Alguns textos se aproximam da história que o autor quis contar - mas disse que não sabia, porque é muito difícil escrever para crianças -, mas outros textos nos encantam com novos voos.

Artes

Neoclássico

Buscando uma aproximação com o conteúdo das aulas de História, iniciamos um estudo sobre a arte neoclássica. Dando continuidade ao tema "a relação entre arte e política", iniciado no semestre passado, refletimos as representações presentes nas obras e suas relações com o contexto em que foram criadas.

Neoclássico hoje

Os alunos se depararam com o seguinte desafio: como se apropriar das obras desse período para tratar de temas atuais? Iniciamos, então, uma seleção de imagens e obras dos séculos XVIII e XIX, para serem por eles apropriadas, servindo de matéria prima para a criação.

Visita ao Museu Nacional de Belas Artes

No âmbito dos estudos sobre a arte neoclássica, visitamos o acervo permanente do Museu Nacional de Belas Artes, referente às obras do século XIX. Lá pudemos observar a arte neoclássica realizada no Brasil e suas aproximações com os estudos realizados em sala. Quais as semelhanças e diferenças entre esta arte realizada no Brasil e a europeia e, ainda, de que forma o contexto da época dos artista foi por eles representado? Qual "Brasil" é apresentado nas obras? Estes foram alguns dos questionamentos da visita.

Colagens e apropriações

Com revistas, papéis coloridos e as imagens escolhidas os alunos, em grupo ou individualmente, criaram colagens trazendo para um contexto atual as imagens das pinturas selecionadas.

Zine

Após realizarem as colagens decidimos coletivamente a ordem das imagens para a elaboração de um “livreto / zine” de artes. Os alunos também decidiram o nome do zine, o formato e como seria a capa.
Este foi um ano marcado por manifestações em todo o país e este tema reforçou as nossas discussões em sala e esteve presente em diversos trabalhos. Em complementação, a entrada na puberdade e o consequente despertar da sexualidade além de assuntos como o questionamento da existência de um ideal de beleza imposto e a presença, no cotidiano dos alunos, de personalidades midiáticas como a Anitta ou ficcionais como Harry Potter e Mario Bros, também apareceram na realização dos trabalhos. Com certa ironia e constantes questionamentos, o trabalho foi composto de colagens realizadas a partir das distintas leituras e apropriações de obras realizadas pelos alunos.

Videoclipe

No meio do processo de estudo e produção do Zine, os alunos precisaram de um intervalo para dirigir esforços para a produção de um videoclipe. Assistimos diversos vídeos para alimentá-los para a tarefa de criação de um roteiro. Esse trabalho seria desenvolvido em parceria com os professores de Português e os das demais linguagens artísticas, mas não conseguimos prosseguir.
As ideias pareceram maiores do que o que podíamos realizar dentro do cronograma que tínhamos para o encerramento do ano e não houve pouca disponibilidade do grupo para aceitar simplificações que viabilizassem o projeto.
A apreciação ficou como experiência para um possível trabalho com cinema no próximo ano.

Teatro

Início

Nesse semestre, tivemos como objetivo estudar o teatro político. Reconhecer o palco como lugar de discussão, mobilização, como espaço revolucionário, foi a nossa meta. Nos aprofundamos no teatro brasileiro, tendo como ponto de partida o grupo Teatro de Arena, fundado na década de 50, além de grandes nomes da nossa cultura como Gianfrancesco Guarniere, Oduvaldo Vianna Filho e Augusto Boal.

Augusto Boal

Iniciamos o trabalho, fazendo vários exercícios descritos por Boal em seus livros e começamos a entrar em contato com o Teatro do Oprimido. Conversamos sobre a ideia de que todos nós somos atores, por que agimos e espectadores porque observamos. Somos “espect-atores”. Em cena, exploramos esse conceito, no qual a plateia não só assiste, mas participa e o ator além de agir, contempla.

Teatro do Oprimido

Depois de assistir ao documentário do Zelito Vianna sobre o Teatro do Oprimido, os alunos se aproximaram ainda mais da vida e da obra de Augusto Boal. Começaram, então, a experimentar algumas linguagens cênicas que são vertentes do Teatro do Oprimido, como o Teatro Jornal, o Teatro Fórum e o Teatro Invisível. Agradecemos à Tita (mãe do Antonio Nunes) pelo DVD que nos emprestou, uma valiosa contribuição.

Dança

História da Dança

Buscando uma relação com o tempo histórico trabalhado nas aulas de História, exploramos a dança moderna trazendo-a como conteúdo da história da dança.
Nossos alunos conheceram Isadora Duncan, Martha Graham e as principais transformações e contribuições que elas trouxeram para a linguagem da dança.

Suportes

Em seguida, conversamos sobre a evolução dos pas de deux do balé clássico para os suportes, muitas vezes acrobáticos, da dança moderna e da dança contemporânea. Pesquisamos alguns deles nas cias "Pilobolus" e "Momix", buscando inspiração para nossas aulas.
O cuidado com o próprio corpo, com o do outro, a concentração e equilíbrio foram fundamentais para o nosso estudo. O receio inicial, foi cedendo lugar para alunos empenhados e curiosos em descobrir diferentes maneiras de carregar um amigo.

Para encerrar

Para encerrar o ano, assistimos ao documentário "Grupo Corpo 30 anos - Uma família brasileira", de Lucy Barreto, Fábio Barreto e Marcelo Santiago. No filme, acompanhamos a trajetória do Grupo Corpo, apreciando trechos de vários espetáculos ao longo dessas três décadas de existência.

Música

Aula Show

Agosto é o mês do folclore, esse foi o gancho para falar de Gonzagão, de seu centenário de nascimento, e também dos discípulos dele, como Sivuca e Dominguinhos - que nos deixou a pouco. Uma oportunidade de revisitarmos a música nordestina e sua influência na MPB. Para isso, as turmas do Fundamental II receberam Marcelo Caldi, sanfoneiro da nova geração, acompanhado da flautista, Isabel Nicioli, ex-aluna de nossa escola.

História da Música

Buscando uma relação com o assunto estudado nas aulas de História, as discussões e apreciações circularam em torno da transição do período Clássico para o Romântico e de músicas próximas à Revolução Francesa. Depois de conhecer um pouco as características musicais desses períodos, os alunos puderam refletir sobre música produzida durante a Revolução, buscando perceber as transformações ocorridas durante esse processo e a relação entre música e política.

Análise Musical

O estudo da história da música foi marcado também pelo exercício de análise do repertório. As análises foram feitas em sala e em casa, com o auxílio de uma ficha que apresentava uma série de elementos a serem observados cuidadosamente, favorecendo a apreciação.

Composição e Arranjo

Encerrado o trabalho de análise e história da música, dedicamos as aulas à composição. Esse processo começou com a elaboração de uma letra, partindo dos poemas produzidos nas aulas de Português. Com a letra escolhida coletivamente, os alunos trabalharam em grupos nas aulas de Teatro e Dança exercitando leituras variadas, buscando ritmos e entonações diferentes. Aos poucos, as leituras ritmadas foram se transformando em propostas musicais mais completas, algumas com melodias, acompanhamentos e estilos bem claros. Nesse momento, definimos a forma da música e começamos a construir seu arranjo final. Diferentes influências e instrumentos foram testados até que chegamos ao arranjo definitivo apresentado na Festa de Encerramento.

Matemática

Fatoração

Estratégia e uma base bem formada são pré-requisitos para dominar este conteúdo tão importante para a Álgebra.
As fichas usadas trabalharam esses conceitos em aulas onde o "como estudar" é o mais importante e a interação estudante-estudante e a professor-estudante são fundamentais,

Frações algébricas

Conceitos como MMC e |Fatoração foram necessários para estudarmos frações algébricas. A estratégia utilizada nos anos anteriores para resolver somas/diferenças entre frações facilitou muito no estudo deste tópico. O mesmo procedimento foi utilizado com frações algébricas.

Linguagem Matemática

Para transpor textos para a linguagem matemática é necessário uma eficiente compreensão de texto e criatividade. Por isso, trabalhamos dando ênfase à leitura, à interpretação e à "tradução" dos problemas para linguagem simbólica. A resolução de sistemas de equações começa com essa importantíssima etapa.

Sistemas de equações

A resolução de problemas passa pela transcrição de suas informações para uma linguagem simbólica mais compacta. Muitas vezes esta transcrição pode produzir mais de uma equação, com mais de uma incógnita. Neste momento, o conhecimento de métodos para resolução de sistemas de equação torna-se necessário. Estudamos os métodos da adição e substituição.
Além da resolução de sistemas propriamente ditos, ligamos a resolução

Filosofia

Fique tranquilo, você não está lendo errado. Filosofia, sim! E na aula de Matemática! Trabalhamos, em Geometria, conceitos como ponto, reta, semirreta e segmento de reta. O que é um ponto? Qual é a definição de reta? E de semirreta? Como assim uma reta é infinita? E a semirreta, também é infinita? Quanto mede um ponto?
Perguntas que exigiram um grau alto de abstração, onde muitas vezes a resposta não pareceu precisa, não foi palpável.

Ângulos e paralelas

Após discutirmos os conceitos anteriores, partimos para a observação dos ângulos existentes quando construímos retas paralelas cortadas por transversais.
Observamos que, em alguns casos, formam-se ângulos congruentes e em outros, os ângulos são suplementares. O conceitos de ângulos opostos pelo vértice foi discutido. Outros nomes famosos nos livros (correspondentes, alternos, etc), mas menos usuais foram citados, mas a ênfase foi dada ao reconhecimento da congruência ou da suplementariedade dos ângulos.

Triângulos

Com a base do tópico anterior, utilizando régua e transferidor, investigamos os ângulos internos de triângulos diversos. Concluímos que a medição feita através deste instrumento não trouxe uma precisão necessária para concordarmos com afirmações que são vistas em livros, como, por exemplo, que existe um valor fixo para a soma dos ângulos internos deste polígono.
Foi interessante a percepção de que o esperado nem sempre vem, e que os resultados podem ser analisados e trazer grandes contribuições para a construção de conhecimentos.
Dedicamos então algum tempo a buscar alternativas para a comprovação das soma dos ângulos internos que não passassem exclusivamente pela medição dos mesmos.

Ângulos internos e externos de polígonos

Através da observação do número de triângulos formados em um polígono a partir de um dos seus vértices, os alunos observaram que há possibilidade de prever o valor da soma dos ângulos internos de qualquer polígono. Em polígonos regulares dá até pra descobrir o valor de cada ângulo interno.
Sob olhares perplexos de alguns, concluíram que, ao contrário dos ângulos internos de um polígono regular, a soma dos ângulos externos dá sempre um mesmo valor.
Evitamos, e desencorajamos, a utilização de fórmulas para esses cálculos, porém os que as compreenderam e delas necessitavam, puderam usá-las.

Área

Iniciamos o estudo sobre polígonos, destacando os triângulos e os quadriláteros. É a Matemática ganhando forma em um mundo geométrico ao nosso redor.
A ênfase foi na observação das características de cada um dos polígonos e na sua representação gráfica como ferramenta fundamental para a resolução de futuros problemas.
Foi muito interessante a ampliação dos conceitos vistos anteriormente com relação aos pentágonos, hexágonos, etc. Perceberam que, no caso destes polígonos, não conseguíamos calcular a área, pois faltavam os valores de alturas de triângulos (ou paralelogramos, ou losangos) que apareciam em nosso caminho.
A necessidade de novos conhecimentos se fez presente. Pitágoras estava chegando.

Pitágoras e seu teorema

Foi através de medições e com a mente aberta à necessidade de saber mais sobre triângulos retângulos, que os alunos perceberam esta fantástica relação - o teorema de Pitágoras - observada há mais de 2400 anos, entre os lados de qualquer triângulo retângulo.

História

Liberdade, Igualdade e Fraternidade

Iniciamos o semestre com um estudo sobre a Revolução Francesa. Discutimos os conceitos que se tornaram o lema da Revolução. Que liberdade era essa? Igualdade civil ou social? Quem lutava contra o governo? Analisamos o contexto da França pré-revolucionária e as demandas de cada classe social. Identificamos também os questionamentos em relação ao Absolutismo e aos privilégios do Primeiro e Segundo Estados.

Feira Moderna

Na Feira Moderna os alunos realizaram um trabalho sobre a Revolução Francesa e suas repercussões. Começaram apresentando a influência iluminista e passaram por todas as fases da revolução. Uma parte do trabalho buscou refletir sobre a influência dos valores defendidos pelos revolucionários nos dias atuais. Existe a igualdade para todos? Vivemos em uma sociedade livre? Essas foram algumas das perguntas debatidas pelo grupo. Os alunos organizaram também uma linha do tempo com os principais acontecimentos da revolução, confeccionaram uma guilhotina e relataram alguns fatos do período do Terror.

Revolução Francesa

Para concluir o estudo sobre Revolução Francesa, os alunos produziram uma versão do livro "A Revolução francesa explicada à minha neta". O objetivo foi que cada um relatasse suas impressões sobre o processo revolucionário e buscasse suas próprias interpretações sobre os principais acontecimentos.

Napoleão

Herói ou vilão? Napoleão Bonaparte consolidou as vitórias da Revolução Francesa ou foi um retrocesso dos ideais de Igualdade e liberdade? Acompanhamos a trajetória desta importante figura da História discutindo seu legado e a construção do mito em torno dos seus atos. Também foi o momento de entrega dos livros elaborados pelos alunos, contando sua versão sobre a Revolução Francesa. O resultado foi um interessante trabalho autoral.

A família real portuguesa

Terminamos o ano embarcando com a família real portuguesa rumo a capital da colônia, o Rio de Janeiro. Através de imagens de pintores que vieram durante a estadia de D. João no Brasil, "passeamos" pela cidade joanina e conhecendo um pouco do seu cotidiano e das transformações acarretadas pela chegada da corte.

Geografia

De volta à Geografia

Com auxílio do atlas e de exercícios do livro, debatemos sobre as principais características da economia latino-americana. Temas como a dependência financeira, o endividamento público e a privatização de empresas estatais foram pontos discutidos e compreendidos por todos.

Geo-história na Feira Moderna

Após estudos sobre os povos ameríndios, os alunos decidiram estudar as formas de organização espacial dos povos maias, astecas e incas. Com isso, diversas paisagens e modos de produção foram explorados, buscando apresentar a prática agrícola e a organização social.

Que Sabemos sobre a África?

No terceiro trimestre, iniciamos nossos estudos sobre a África buscando desconstruir ideias equivocadas sobre as questões naturais, econômicas, sociais e culturais do continente. Diferentes fotografias foram utilizadas para desvendar os múltiplos aspectos dos diversos países africanos.

Natureza africana e sua diversidade

Ao interpretar as paisagens e os mapas de vegetação do continente africano, estudamos o quadro natural da África, desvendando o porquê da existência dos desertos, a diversidade de paisagens vegetais e a disposição do relevo.

África: Sociedade e Natureza

Sistematizamos os conhecimentos sobre o território africano e as raízes históricas do seu subdesenvolvimento. Com base em vídeos sobre os conflitos em Ruanda e em fichas com textos sobre os problemas sociais e econômicos, realizamos uma boa reflexão sobre as mazelas e potencialidades do continente.

Casa Grande e Senzala

Tivemos dois dias muitos especiais no Quilombo São José e na Fazenda Ponte Alta. Conhecemos uma parte da história de nosso país. O Brasil colonial, a resistência negro-africana e o ciclo do café foram temas descortinados durante o passeio pedagógico. Compartilhamos experiências e pudemos também refletir sobre o que é diversidade e o que é lutar por direitos.

Aids, fome e desilusão/esperança

Com apoio de uma notícia jornalística, analisamos a questão da Aids e seus rebatimentos na dimensão social e econômica. Em seguida, discutimos o futuro da África, buscando considerar e projetar situações positivas e negativas acerca da sociedade africana.

O perigo do pensamento único

Com base no vídeo "O perigo da história única", da romancista nigeriana Chimamanda Adichie, discutimos como se formam e se desenvolvem os estereótipos sobre o continente africano. Em seguida, começamos a desconstruir esses estereótipos com pesquisas na web e nos argumentos da escritora.

Assista o vídeo: http://youtu.be/EC-bh1YARsc

A África no Brasil

A partir do texto "O país África que o Brasil imagina", de Nara Improta, debatemos sobre a herança da matriz afro na cultura e sociedade brasileira. Em seguida, discutimos a importância da Lei 10.639/03 sobre a obrigatoriedade do ensino da história e cultura africana nas escolas brasileiras.

Adeus, Lenin!

Para fechar o ano, unimos as duas turmas e assistimos o filme "Adeus, Lenin!" acompanhado de muito sorvete, alegria e bate-papo. A exibição do filme foi uma boa oportunidade para discutir conteúdos que serão trabalhados no nono ano em história e geografia.

Ciências

O caminho do alimento pelo corpo

Após estudarmos as transformações que os alimentos sofrem para serem absorvidos pelo corpo, começamos a entender como funciona todo o processo digestivo. Os alunos desenharam um esquema do caminho que o alimento faz pelo corpo, desde a ingestão até a evacuação. Dentro desse estudo, vimos como o formato da parede do intestino faz com que os nutrientes e a água sejam absorvidos. Nesse momento um importante conceito foi definido, o da superfície de contato, responsável por aumentar a capacidade de absorção dos nutrientes.

O braço mecânico na Feira

Na feira moderna os alunos mostraram alguns dos trabalhos sobre o corpo humano realizados durante o ano. O grande destaque foi o braço mecânico construído em conjunto pelas duas turmas das F8. Ele demonstrou como a tecnologia é capaz de transformar a biomecânica do nosso corpo em equipamentos que facilitam o nosso trabalho.

Como funciona um pulmão

Dando prosseguimento ao estudo dos sistemas do corpo humano, realizamos uma experiência para entender como o ar consegue entrar em nossos pulmões. Montamos um aparato simulando o pulmão e o diafragma, e descobrimos que o ar é praticamente obrigado a ser inspirado. Por isso, entre outros fatores, a respiração é um ato involuntário. O mais interessante ao final desse estudo foi constatar que o ato de respirar é totalmente mecânico.

Como o oxigênio circula pelo corpo?

Após aprendermos como o ar entra em nossos pulmões, passamos a estudar como o sistema circulatório transporta o oxigênio do ar para o resto do corpo. Mais uma vez observamos o conceito da superfície de contato, no formato dos alvéolos pulmonares, aumentando a capacidade de absorção de oxigênio pelo sangue. Fizemos uma atividade que tinha por objetivo identificar a relação entre o aumento da frequência cardíaca e o aumento da frequência respiratória. Concluímos que quanto mais esforço nossos músculos fazem, mais o sangue precisa bombear oxigênio para ser transformado em energia pelas células.

Integração total

Terminamos o ano analisando a integração entre os vários sistemas do corpo humano. Observamos um esquema que mostrava como o sistema circulatório faz um elo entre os demais sistemas, transportando oxigênio captado pelos pulmões e nutrientes absorvidos pelo intestino, para serem transformados em energia nas células do corpo. Os alunos completaram seus estudos sobre o corpo humano compreendendo como, para um organismo saudável, precisamos da integração total entre os sistemas do corpo.

Educação Física

Surf e Skate na feira moderna

A Educação Física, nessas turmas, teve dois grupos na Feira moderna: um sobre Skate outro sobre Surf. Os alunos produziram dois vídeos tutoriais sobre os esportes e suas manobras.
Depois de exibir a produção aos visitantes, os alunos apresentavam as partes da prancha de Surfe e do Skate.

O Circo chegou

Até o fim das aulas, essas turmas fizeram vivências nas modalidades circenses. Assistiram a vídeos de diferentes circos do mundo e discutimos como a cultura influencia na formação do espetáculo. Partindo para a prática, nossa primeira aula foi de equilíbrio, com a pirâmide humana.

Inglês

News

O segundo semestre começou com a chegada do novo professor. Nas primeiras aulas, os alunos fizeram perguntas para conhecê-lo melhor e conseguimos, ao mesmo tempo uma importante aproximação, e a revisão de conteúdos gramaticais necessários para o sucesso da atividade.
Com músicas, vídeos, atividades lúdicas e sistematização dos novos conhecimentos, começamos o estudo da estrutura do "going to".

Getting down to business

Os alunos dessas turmas já haviam estudado a formação do futuro usando o "will".
O próximo passo foi o uso do "going to", garantindo a compreensão das ocasiões em que precisamos adotar essa forma. Como aprenderam que o "going to" é indicado para tratar de previsões futuras e ações previamente planejadas, convidamos os alunos a criarem algumas previsões para suas vidas.
A escolha da música "I'm gonna sit right down and write myself a letter", de Paul McCartney, se deve, entre outras coisas, ao fato de apresentar diversas vezes construções com o "going to". Os alunos praticaram sua habilidade auditiva, completando as partes que faltavam na música.

Assistiram, também, a um vídeo que falava sobre uma ideia simples e inovadora para pouparmos combustível apresentada por uma empresa sul-coreana. A proposta de escrita era que os alunos fizessem algumas previsões sobre essa nova ideia, e pensassem como ela poderia ser aplicada aqui no Brasil usando o "going to".

Comparisons

Encerramos o estudo do "going to" com uma atividade mais lúdica. A música "Next Year Babe", do artista Jamie Cullum fala sobre planos e mudanças de uma forma cômica. Os alunos assistiram ao vídeo e, em grupos, identificaram o que conseguiram captar das intenções do personagem.

A partir de perguntas interpretativas e pessoais; os alunos discorreram sobre a importância das mudanças citadas, bem como sobre as mudanças que gostariam de fazer em suas vidas.

O tópico seguinte foi a comparação de igualdade entre dois elementos, utilizando a forma "as...as". Começamos trabalhando a estrutura e a revisão de adjetivos comuns de forma mais sistemática, através de uma ficha com exemplos e exercícios. Nas aulas seguintes usamos uma imagens para que a turma comparasse as figuras apresentadas.

Na última aula sobre o tema a música "Everything at once", da artista Lenka, promovendo comparações do início ao fim, foi utilizada para exercitar a compreensão auditiva dos alunos.

Feira Moderna

As semanas da Feira foram de muito trabalho para o grupo que escolheu apresentar trabalhos de Inglês. Os alunos decidiram fazer um "talk show" envolvendo personagens reais e fictícios, onde seriam abordados temas que estivessem causando polêmica na atualidade.
O show foi filmado e apresentado como um programa de televisão para os visitantes. Na primeira semana de trabalho definimos os personagens, os temas que seriam abordados e o roteiro. Cada aluno teve que estudar bastante seu personagem, de forma que pudéssemos criar o roteiro a partir de algumas improvisações, em Português, sobre os temas propostos. Na segunda semana traduzimos todo o roteiro construído para o Inglês, ensaiamos e fizemos as gravações.

The Final Straight

Motivados pelos trabalhos apresentados na Feira Moderna pelos colegas das F6 e F7, começamos o novo trimestre com a apresentação do filme "Frankenweenie" (1984), de Tim Burton.
Em seguida iniciamos o estudo do Present Perfect, umas das formas mais importantes e usadas pelos falantes de Inglês.

Make a wish

Os alunos estudaram o verbo "wish" para expressar que gostariam que uma situação no presente fosse diferente. Começamos com uma ficha de apresentação, pois trata-se de algo mais complexo do que os assuntos anteriores. Após esse primeiro momento mais "sistemático", os alunos precisaram analisar algumas situação-problemas para criar "falas" para o personagem usando o "wish".

Looking back in time

O próximo assunto era o "Simple Present". Trabalhamos apenas o verbo "to be" nesse tempo verbal, de forma que pudéssemos focar mais na estrutura, deixando a inclusão de novos verbos para um próximo momento.
Usamos a forma "have been to" para falar dos lugares onde já estivemos em um passado indefinido. A temática "ciúmes" norteou algumas aulas, pois estudamos uma situação onde um garoto descrevia os lugares onde ele já esteve, e sua namorada não gostou muito.

Present Perfect

Antecipando alguns assuntos definidos para o nono ano, trouxemos o "Present Perfect". Esse é um tempo verbal complexo, que costuma gerar muitas dúvidas para os falantes não nativos de inglês. Além disso, por se tratar de um assunto um pouco mais longo, se alguma dúvida persistir, podemos abordá-lo novamente no nono ano.

Dividimos o "Present Perfect" em três fichas diferentes: a primeira abordou o problema do "quando" usamos esse tempo verbal e contrastou-o com o "Simple Past". Esse contraste é uma das maiores dúvidas dos alunos. Eles entendem que as duas matérias tratam do passado, mas têm dificuldade de diferenciá-las.
No mesmo material trouxemos a forma do "Present Perfect" utilizando apenas o verbo "to be". A estrutura do "Present Perfect" também é uma novidade pois, pela primeira vez, o verbo "have" está sendo usado como um verbo auxiliar. Nesse primeiro momento trabalhamos o uso e a estrutura desse novo tópico.

Em seguida abordamos a diferença entre verbos regulares e irregulares, e como alguns verbos mudam completamente quando são usados nesse tempo verbal. Aproveitamos para reforçar a estrutura, mas o foco foi apresentar um novo vocabulário para ser aprendido. O "verb list", contendo alguns dos principais verbos irregulares, serviu como fonte de consulta.

Apresentamos a música "I still haven't found what I am looking for", do U2, pois ela se utiliza bastante desse tempo.
Uma atividade que colocou a turma para pensar foi um jogo de detetive: a partir de imagens os alunos fizeram análises e disseram a transformação ocorrida.

Final Project

Os alunos se empenharam na elaboração do projeto final de Inglês. O projeto permitiu que usassem todos os conteúdos estudados para produzir um diálogo real. Após essa primeira fase de elaboração textual, que foi realizada em sala, eles deram vida ao texto e criaram uma fotonovela, para a qual fizeram ilustrações ou usaram fotos.

Por fim, para que todos participassem e pudessem partilhar sua produção, os trabalhos foram apresentados em slides ou vídeos.

Final Project II

O clima do final do ano nas aulas de Inglês ficou bem parecido com o da Feira Moderna. Alguns grupos elaboravam seu texto, enquanto outros foram à Biblioteca finalizar a parte técnica do trabalho. Os grupos estavam em momentos diferentes, mas todos trabalharam coletivamente para que as apresentações fossem caprichadas e originais.

The potential of creativity

Fechamos o trimestre e o ano com as apresentações dos projetos finais. Os alunos (algumas vezes com a parceria da família) se destacaram pela criatividade e pelo comprometimento demonstrados em cada trabalho. Cada projeto explorou de maneira singular as possibilidades artísticas sugeridas, de forma que tivemos três filmes, com direito a figurino, cenário especial e até participação de pais como figurantes. Tivemos também algumas apresentações digitais com alunos atuando, usando “efeitos especiais” para criar a fotonovela. Em alguns casos os alunos precisaram tirar fotos em pontos estratégicos da cidade para que a ambientação ficasse mais real; temos fotos na praia de Ipanema, em igrejas, bosques, etc Alguns trabalhos exigiram tanto envolvimento, que os grupos elaboraram até um “making of”, destacando erros de gravação, as fotos que foram descartadas, ou alguns dos efeitos que foram criados.

Para ilustrar um pouco o resultado desse grande esforço colaborativo, publicamos uma amostra de alguns dos trabalhos apresentados.