Relatório de Grupo – Terceiro Ano – 2012/1 – Projeto: O Bicho Inventor

Inventores da F3

Para a F3M a escola é um lugar de se divertir, brincar, encontrar os amigos e aprender. Foi com essa energia que eles começaram o ano. Dispostos a mergulhar em mais um projeto e aprender pesquisando, crescendo e agregando amigos. Receberam com carinho o Tiago e o João Baeta e seguiram em busca dos novos saberes que "As invenções" trariam. Escolhemos conhecer as invenções do outro lado do mundo e buscamos na China o lugar certo para aprender muito. Uma nova cultura está tazendo para todos muita história, ciências, contos populares e invenções que mudaram o mundo. A F3 é marcante na vida das crianças. Novas responsabilidades, Mostra de Artes com apresentação ao público de teatro, dança e artes, Feira Moderna em que as crianças colocam seus aprendizados do ano à disposição do público e Feira Livre com comércio, venda e importantes descobertas matemáticas. Quanta coisa! Um ano de crescimento.

Projeto

Uma Grande Invenção!

Para essa meninada o carnaval é mesmo uma grande invenção! Eles se divertiram no bloco e vieram em grande número alegrar a nossa folia. O que mais gostaram? Do pai do Felipe, vestido de mulher carregando a Bianca nos ombros, é claro! Outra grande atração da festa foi a Kapim, mãe da Sofia (F2M) e do Tom (TCM) andando na perna de pau na "comissão de frente" e o Vicente da F2T, fantasiado de Capitão Cueca!

"As invenções do outro lado do mundo"

As invenções, os inventores, os povos e suas criações... Diante do “Bicho Inventor” muitas ideias permearam o desejo de trabalhar o tema. Algumas ideias de projeto foram discutidas e as crianças foram apresentadas ao tema de forma mais abrangente, discutindo o que é uma invenção e o que é uma descoberta, analisando a capa da agenda, pensando no “Bicho Inventor” e vendo seus desejos de investigação sobre este assunto. Durante o ano passado o grupo conheceu a Grécia e ficou muito seduzido por essa civilização intrigante e cheia de histórias. Sabendo disso, a nossa ideia inicialmente, era trabalhar também com uma civilização, conhecendo suas invenções e sua importância na história, na ciência, na arte, na agricultura... A sugestão de conhecer a China pareceu-nos muito interessante, pois são inúmeras as suas invenções e o povo chinês contribuiu e continua contribuindo muito com grandes inventos.

Bicho inventor

Chegamos à China e, como diz o provérbio trazido por Daniel, “Deus inventou o Céu e Terra, o resto foram os chineses!” Foi partindo dessa descoberta que decidimos pesquisar mais a fundo as invenções desse país oriental. Sempre nos deparamos com alguma invenção que desconhecíamos ser de autoria dos chineses. Depois de pedir uma pesquisa de casa sobre esses inventos, produzimos uma listagem que somaram trinta e nove invenções! No caderno, registros orientaram nossas descobertas.

Como chegamos do outro lado do mundo

Para começarmos nosso percurso pelas invenções, ouvimos a história "Moça Tecelã" de Marina Colassanti, que tecia um tapete que ganhava vida. Usamos o seu poder para inventar o que nossa imaginação permitisse: teletransportador, mochila a jato, máquina de paz... Quanta invenção!
Depois de ouvirmos "A Moça Tecelã" conhecemos um conto popular chinês chamado "Brocado Maravilhoso" que nos conduziu a um país de grandes invenções.

Do Outro Lado do Mundo

Depois de pesquisar, na sala de computadores e em casa sobre os inventos chineses, as crianças dividiram-se em grupos e escolheram as invenções que gostariam de estudar.
Com o resultado das pesquisas e conversas sobre o tema, cada grupo produziu cartazes com ilustrações, colagens, informações e apresentou à turma as criações que vieram do outro lado do mundo e fazem parte da nossa vida. Já pensou viver sem papel, macarrão, sorvete, pipa, cerâmica, bicicleta, bússola?
Durante esta atividade, conversamos muito sobre como pesquisar. Estimulamos a pesquisa em livros, jornais, dicionários, internet...Não basta coletar informações. Precisamos ler, estudar e selecionar o que é mais importante. Esta atitude de aluno pesquisador ajuda a formar alunos autores de suas aprendizagens. A China tem nos feito pesquisar muito.

Inventando nomes

Depois de sugerir nomes para o projeto, a turma fez a sua escolha. A votação foi agitada! Foram muitas etapas. Primeiro, cada um pensou num nome e o apresentou. Em pequenos grupos, escolheram os mais votados e, por fim, foi escolhido "As invenções do outro lado do mundo", sugestão da Antônia.

Conhecendo

Depois de escolhido o nome, conhecemos melhor a geografia da China. Observando o mapa no nosso atlas, localizamos os países vizinhos e o oceano que banha o país; também coletamos dados básicos no site do consulado chinês.

Seda

As informações trazidas sobre a seda foram bastante discutidas. Curiosas para conhecer a delicada trama que nasceu de um bicho, as crianças leram a lenda que conta sua origem e pesquisaram sobre a importância do tecido para a China Antiga. Ouvimos mais de uma versão da lenda e estudamos sobre a transformação do fio do casulo em manufatura. Os mistérios que envolveram a manutenção dos segredos de sua produção geraram discussão e reflexões sobre as perdas e os ganhos de manter um invento velado. Também chegaram peças de roupa de seda para a turma apreciar!

Metamorfose

As crianças lançaram mão de diferentes fontes de pesquisa para descobrir que animais passam pelo mesmo processo que o bicho da seda durante o seu desenvolvimento. Descobriram que, mesmo tendo o mesmo nome, de espécie para espécie há algumas diferenças na metamorfose, como no caso dos sapos, por exemplo.

Qual o Papel do Papel?

Discutimos sobre mais uma invenção vinda da China: o papel, material ainda indispensável em nossas vidas! Para começar, as crianças pesquisaram sobre a sua história e as alternativas de suporte para registro, antes de sua criação. Investigaram que por volta de 120 anos A.C., T'sai Lun usou fibras de seda e bambu para a produção. A partir daí, conversaram sobre onde o papel é encontrado em suas vidas. Apareceram as figurinhas, o papel higiênico, o dinheiro, livros, cadernos, jornal, papel para embrulho... uma lista enorme! Em tempos de Rio+20, as crianças também foram estimuladas a pensar nas alternativas para a redução do consumo, reutilização e reciclagem deste invento. Será que um dia viveremos sem ele? Assim como tantos outros inventos, precisamos pensar e repensar a utilização em novos contextos.

Na Fábrica de Inventar Arte

Num dia de sol e cores a turma fez uma visita à fábrica desativada da Bhering.
Marcelo Jácome, ex-aluno da Sá Pereira, inventa, planeja, executa e colore com arte este lugar. A turma foi conhecer de perto como é seu processo de criação. Lá viram fios coloridos, papéis, pipas, livros, além de grandes máquinas, afinal, estavam em uma fábrica de chocolate! Depois, participaram da montagem de uma instalação que ficou decorando o ateliêr.
E assim, com muita arte, fechamos as pesquisas sobre mais um invento, a Pipa, criada para comunicação entre grupos militares. Ainda bem que hoje as cores das pipas apenas enfeitam os céus de tantos lugares do mundo.

Mais histórias!

O que é, o que é? Tem escamas de peixe, voa como um pássaro, galopa como um cavalo, tem corpo de serpente, é forte e trabalha como um búfalo? Esta é mais uma invenção, desta vez das crianças chinesas, que foi contada através da lenda "O nascimento do Dragão", de Marie Sellier. Diz-se que ele foi criado reunindo as melhores características dos animais protetores das várias tribos chinesas para declarar o fim à guerra entre os povos e trazer a paz! No caderno de língua, a turma criou textos enigmáticos com desenhos, para fazer uma reescrita desta bela história.

Dragões, Muitos Dragões!

Nossas capas de caderno ficaram lindas! Inspirados na lenda "O nascimento do dragão chinês", contribuição do Gabriel Obón, produzimos lindos dragões e demos aos nossos cadernos um colorido especial.
"Minha mãe achou bem chinesa essa capa. Disse que escolhemos as cores certas!" Nicolas (F3M).

Mao-Mi

Quem será Mao-Mi? Onde ele foi parar? Querem descobrir? Então perguntem aos alunos das F3 que eles estão prontos para responder. Para essas descobertas, deleitaram-se com o conto chinês "A Viagem de Mao-Mi", de Lisa Bresner, repleto de ideogramas, que fala de muitas invenções chinesas. A ilustração, de Frédérick Mansot, é uma obra de arte, vale a pena conferir!
Essa história mostrou-nos uma aventura de duas crianças que voltam no tempo com o relógio mágico do avô. Lá encontraram os "três senhores do tempo": Da Água, Da Madeira e Do Fogo, que apresentaram os mais importantes inventos da China Antiga e nos ensinaram o desenho de alguns ideogramas. A leitura do livro foi registrada no caderno, num caprichado roteiro em capítulos.

Papel, Pincel, Nanquim e Mãos à Obra!

Junto com a aventura do livro "A viagem de Mao Mi" as crianças aprenderam um pouco sobre os ideogramas chineses, sinais que representam ideias ou objetos. Com papel, pincel e nanquim, experimentaram desenhar os ideogramas de alguns elementos que aparecem no livro como fogo, água, terra e céu.

"Nas folhas do chá"

Este é o nome do livro de cartas que lemos em capítulos. Ele foi escrito por Flávia Lins e Silva, nossa já conhecida autora do “Diário de Pilar” e por uma chinesa chamada Long Hiu. Recebemos a visita da Flávia em nossa sala, que nos contou que o livro foi feito com trocas de cartas e emails dela com Hiu. Estamos nos divertindo com essa história que apresenta a cultura dos dois países, China e Brasil, e tem como enredo o suposto romance do avô e da avó das personagens principais. Para completar, ainda escrevemos cartas e bilhetes entre amigos e, em breve, trocaremos emails com a autora, quem sabe, com as autoras!

Tomando Chá

No livro "Nas folhas do chá", Gabriela e sua avó tomam um chá chinês muito diferente que parece uma bolinha e que, mergulhado em água quente, se abre em uma bela flor que dá sabor à água. Tomás trouxe algumas dessas bolinhas mágicas que foram preparadas e provadas em sala.
"Eu achei mais bonito do que gostoso." Daniela
"Achei muito bom!" Olívia
"Eu nem gosto de chá, mas desse eu gostei!" Joaquim
"Eu achei a coisa mais bonita desse mundo. Parecia uma mágica e eu não queria parar de olhar, mas o gosto é horrível!" Pedro Flaksman

Viva a Vista Chinesa!

Nosso passeio foi fantástico! O dia estava lindo e as crianças muito animadas para o conhecer e explorar este monumento construído em homenagem aos chineses que moraram por aqui no século XIX. Foi incrível assistí-las fazendo Tai Chi Chuan tão concentradas. Uma plateia de guardas e turistas parou para vê-las. Depois, um chá e uma carta chinesa deram ao passeio um ar ainda mais oriental. Segundo as crianças o passeio foi "Mais que excelente!"

Usando o Dicionário

A turma inaugurou o uso do dicionário e está explorando este grande livro de palavras. Surgiu uma dúvida? Quer saber como se escreve? É só procurar por ordem alfabética que lá está a palavra! "Peraí, mas o dicionário tem todas as palavras do mundo?" Não é bem assim, mas tem muitas delas. Podemos também pesquisar no computador, perguntar às pessoas, ver nos livros e, assim, ir desvendando nosso vocabulário.

Textos e Projetos

É na F3 que iniciamos o uso do caderno de Lingua Portuguesa. O projeto e as situações cotidianas continuam alimentando, através de uma diversidade de escritos, as reflexões sobre a nossa língua. O caderno de projeto continua sendo nosso diário de bordo e seus registros estão diretamente relacionados às pesquisas sobre a China, enquanto que o caderno de Língua Portuguesa pode acolher produção de textos, leitura e sistematização de alguns conceitos mesmo que distantes da temática pesquisada.
Durante o primeiro semestre, tivemos contato com diferentes tipos e gêneros textuais, apesar de termos escolhido como gêneros prioritários os contos e as fábulas, que ganharão um estudo mais aprofundado no segundo semestre.
Quanto mais lemos, escrevemos e refletimos sobre diferentes textos, mais nos apropriamos de nossa língua.

Matemática

Matemática na Sala de Aula

O ano começou com muita coisa para relembrar. Inauguramos o livro de matemática curiosos com os novos estudos. Primeiro, contabilizamos os números presentes na sala: quantidade de alunos, de meninos e meninas, de duplas e trios que podem ser formados, de professores. Depois, fizemos um desenho organizando o espaço da sala de aula.

Invenção na Matemática

As crianças estavam ansiosas para começar a usar o ábaco, e descobriram ser um invento vindo da China. Através de vídeos, viram como foi desenvolvido e ficaram impressionados com a facilidade e rapidez de cálculo das crianças chinesas ultilizando suanpan, o ábaco em chinês!

"Eu achei o ábaco muito interessante porque vai nos ajudar a fazer contas!"

"Adorei conhecer essa calculadora antiga que os chineses inventaram."

"É muito legal mexer uma bolinha da segunda fileira e já valer uma dezena."

"A gente viu que antigamente o ábaco era feito de madeira e pedrinhas, descobrimos que pedra em latim se chama cauculus".

Um Dia os Chineses Inventaram o Ábaco

Continuando as pesquisas sobre esta máquina de calcular recheada de história, as crianças descobriram que o seu nome em Mandarim é "Suan Pan", que significa "prato de cálculo".Encantadas com o instrumento, estão descobrindo como registrar os números, além de aprenderem ainda mais sobre unidade, dezena centena e milhar.
As estratégias de solução das crianças, cada vez mais econômicas, e o uso de novos recursos de cálculo, como o ábaco, possibilitaram desafiar o grupo, ampliando o campo numérico em situações problema.

Operações e Ábaco

O uso do ábaco permitiu que adições e subtrações de grandes números fossem feitas com mais agilidade e entusiasmo! Esta "máquina de calcular", inventada pelos chineses, levou os alunos a refletir sobre o valor posicional dos algarismos e as regras de representação no sistema de numeração decimal. Assim como este recurso, a conta armada, que chegou no fim do semestre, trouxe mais uma opção para as operações.

Problemas

As situações de rotina e o projeto trouxeram diferentes problemas para serem resolvidos. Comunicar as estratégias de solução oralmente e através do registro, no papel ou no quadro, desafiou as crianças a pensarem umas com as outras, dando cada vez mais plasticidade ao pensamento. Esses momentos de socialização e os de análise e criação de problemas matemáticos entre as crianças permitiram discutir sobre as maneiras mais econômicas de solução, mas principalmente sobre a ideia do problema. É preciso fazer conta para resolvê-lo? É para juntar? Distribuir? E assim vamos temperando nossas aulas.

Música

Carnaval

Nas semanas que antecederam o Carnaval, além de cantar o samba do bloco da escola, as crianças conheceram um pouco melhor os instrumentos que compõem uma bateria de Escola de Samba. Conversamos sobre suas características principais, como eles se organizam e quais são as suas funções a partir do vídeo “Imperatriz do Carnaval” (http://www.youtube.com/watch?v=V5nCOpd16AM ) e do conteúdo produzido pela IG http://carnaval.ig.com.br/rio/veja+como+funciona+a+bateria+da+grande+rio/n1238013007058.html .

Flauta Doce

Passado o carnaval, as crianças travaram o primeiro contato mais profundo com o instrumento central das aulas de música: a Flauta Doce Soprano. Vários instrumentos de sua família foram apresentados para as crianças, que ainda conheceram um pouco sobre sua história.
Nas aulas seguintes as crianças aprenderam a tocar suas primeiras notas nesse instrumento e com elas criaram pequenas melodias. Depois dessa primeira aproximação passamos a trabalhar com algumas melodias do livro “Vamos tocar flauta doce, vol. I”, de Helle Tirler. Essas músicas ajudaram a conhecer mais notas, a melhorar o sopro, a postura e som tirado do instrumento, possibilitando também um primeiro contato com a partitura tradicional de música.

Festa Junina

Terminamos o semestre conversando sobre a música na Festa Junina. Vendo e ouvindo diversas gravações, as crianças conheceram melhor alguns ritmos nordestinos muito tocados nas festas de São João: o xote, o baião e a quadrilha, bem como seus instrumentos típicos. Aproveitamos esse momento também para cantar o repertório dançado pelas turmas na Festa Junina.

Inglês

More and more words

Este ano estamos enfrentando um novo desafio: elaborar frases simples! O caderno está repleto de palavras que foram sendo colecionadas ao longo do Segundo Ano e que serviram como um dicionário ilustrado, ajudando nesta tarefa tão inédita para a maioria das crianças do grupo. Assim vamos ampliando as possibilidades de comunicação oral e escrita.

Calendar

Preparar um calendário mensal é uma atividade que diverte e ensina as crianças os dias da semana, os meses do ano, os números de 1 a 30 e a registrar feriados, festas e comemorações. Desde fevereiro elas têm preenchido e ilustrado o calendário no caderno. Nos primeiros meses do ano, as palavras eram colocadas no quadro, repetidas e cantadas com a ajuda de uma cantiga infantil, que logo foi transformada em um rap.
Com o passar dos meses, o desafio aumentou e a tarefa passou a ser preencher o calendário sem ajuda. Para tornar essa tarefa mais fácil, fomos até a sala dos computadores e brincamos com jogos de palavras, como forca e caça palavras.

Andy Singer, the charge and the words it and I

A palavra I apareceu logo nas primeiras semanas. Observando a imagem da capa da agenda, fomos procurar um significado para aquela postura do homem sobre tantos inventos. Encontramos a escultura do Pensador de Rodin e percebemos que Andy Singer tinha usado essa obra de arte como fonte inspiradora. Criamos uma fala para o homem: “I am a thinker.” Dando continuidade as crianças construíram frases com informações pessoais: nome, idade, lugar onde mora, em que ano está na escola.
A imagem também serviu de apoio visual para falarmos sobre o uso da palavra it, como em “How is the weather today? – It is a sunny day!” ou “What day of the week is today? – It is Monday.” Depois o desafio foi formar frases relacionadas aos objetos/inventos que aparecem na charge. Os registros foram para o caderno com muito orgulho!

Not???

E não é que apareceu mais uma palavra no nosso vocabulário? Já que as crianças estavam tão seguras nas construções de frases afirmativas com o vocábulo IT, porque não apresentar a forma negativa. Sendo assim elas fizeram outras frases partindo das que já estavam prontas. “ It is an airplane.” ficou “It is not a motorcycle.” A compreensão foi rápida e eles logo ampliaram e começaram a usar o not em outros momentos como por exemplo durante as perguntas de rotina relacionadas ao calendário: “What day of the week is today?” – ”It is Monday, it is not Tuesday.”

The China invasion

A China e suas cores, histórias e inventos invadiram as aulas trazendo muitos assuntos e um rico vocabulário. Pesquisamos as cores da bandeira, descobrimos sua localização e fizemos um registro no caderno, com perguntas e respontas sobre esse país. Quando as crianças perceberam que nomeávamos de maneira diferente as pessoas de outros países, ficaram curiosas e não se satisfizeram em aprender apenas que quem nasce na China é “chinese". Partimos em busca de outros adjetivos pátrios e formamos frases: “I am from Mexico. I am mexican.”
O assunto rendeu e terminou em um jogo da memória bem colorido. Quem aceita o desafio?

Nursery Rhymes

Apresentamos algumas quadrinhas para leitura e compreensão. A dica é reconhecer palavras chave que ajudam no entendimento do texto. E como o assunto é China, as crianças leram duas quadrinhas sobre o tema. Por dedução, descobriram o significado de algumas outras palavras, relembraram antônimos de outras. Em seguida, cada quadrinha ganhou uma ilustração.

Year of the Dragon Challenge

Para finalizar o semestre as crianças enfrentaram um super desafio. Em homenagem ao Ano do Dragão, baseado no horóscopo chinês, ganharam um lindo recorte com as palavras do título acima. A tarefa era encontrar o maior número de palavras reorganizando as letras. A competição foi séria e divertida! Cada palavra nova descoberta era comemorada e por fim compartilhamos com todos o resultado final: 33 palavras. Será que alguém consegue nos superar?

Teatro

Pote Vazio

As crianças trabalharam com o conto Chinês “O Pote Vazio”, que foi adaptado em forma de diálogos para ser encenado. Criamos novos personagens e narradores para nos ajudar a contar essa história para os pais e amigos na Mostra de Artes.

A estreia

Primeira vez que as crianças participaram da Mostra de Artes. Decoraram o texto e criaram os personagens com corpo, voz e comportamento característicos. Foi um trabalho difícil que precisou de muita dedicação e uma disciplina oriental, e resultou numa bela apresentação para os pais e amigos.

Artes Visuais

Criando um personagem

As imagens que utilizamos para compor a sinalização da escola, em 2012, buscaram homenagear alguns criadores que, através da literatura, do cinema, das artes visuais e da música, inventaram personagens que povoam nosso imaginário e parecem presentes em nossas vidas como fantasias cristalizadas.
Desejávamos que o sentimento de afeto e responsabilidade, característico dessa relação, pudesse inspirar nossas realizações ao longo do ano.
Essa oportunidade de apreciação motivou nossos alunos a criarem personagens com características específicas. Ao terminarmos o trabalho de composição de personagens, demos vida a eles criando quadrinhos e flips.

Buscando novos caminhos

Em seguida, buscamos um diálogo com as pesquisas realizadas nas aulas de Projeto. Dedicamo-nos às máscaras utilizadas na ópera chinesa, observando as características de simetria, cores e complexidade do desenho que caracterizam o perfil dos personagens.

Arte da China

Depois de prontas as máscaras, nos debruçamos sobre outra invenção chinesa. Confeccionamos pipas utilizando a sobreposição de papéis de seda em diferentes cores. Dessa técnica surgiram uma pipa dragão e um enorme dragão composto por pequeninas pipas, feitas por cada uma das crianças da turma, para dar as boas vindas aos visitantes da Mostra de Artes.

Dança

Mímica e Carnaval

Iniciamos o ano conversando sobre as regras de convivência, nos apresentando e reproduzindo corporalmente o momento mais significativo das nossas férias. Ouvimos e dançamos livremente o samba da escola nos preparando para o Bloco da Sá Pereira.

Dançando com Materiais

Em seguida, exploramos os diferentes materias do Salão aperfeiçoando nossas habilidades motoras. Utilizamos as pranchas de equilibrio, bambolês, tecidos etc.

Yoga

Com o livro "Historias para se contar com o corpo", de Maria Ferro e Fabrisia Freitas, conversamos sobre a Yoga, contextualizando essa técnica corporal . Aprendemos algumas posturas e lemos duas histórias do livro. Ao fim do exercício, a turma criou uma história que foi contada com o corpo. O resultado deste trabalho pôde ser visto na Mostra de Artes.

Tai Chi Chuan

Ao nos aproximarmos do projeto da turma, pesquisamos sobre o Tai Chi Chuan. Descobrimos sua origem, o significado de cada palavra, os princípios básicos e vimos fotografias de alguns movimentos. A Andrea Travassos, que morou em Pequim e estudou o Tai Chi, veio nos contar sobre a sua experiência e nos ensinou alguns passos. Em seguida, assistimos a três vídeos que mostravam os movimentos introdutórios dessa técnica. Experimentamos cada um deles e, aos poucos, fomos organizando a coreografia, também apresentada na Mostra de Artes.

Danças populares na Festa Junina

Para encerrar o semestre, escolhemos a Ciranda para nossa Festa Junina. Ao som de "Lia de Itamaracá", as crianças apresentaram o passo básico, variando as direções e criando novos movimentos.

Tribo

O que eu desejo para esse Ano?

Novo ano escolar, as crianças cresceram, novas aprendizagens à vista, muitas possibilidades. Paramos para pensar sobre o que cada um espera da F3 na aprendizagem, na convivência, nas emoções, nos projetos. As crianças escreveram seus desejos num papel que ficará guardado até a última Tribo, quando abrirão para relembrar sobre o ano que passou e tudo que viveram e cresceram juntas.

Regras de Convivência

As Regras de Convivência voltam a tomar lugar na Tribo. Reler as Regras que vimos no ano passado, agora mais maduros, permitiu muita reflexão sobre a sua importância para vivermos coletivamente com harmonia e com espaço para ensinar, aprender e ter muitos amigos. Sua manutenção é imprescindível. Por isso elas estão, de uma forma ou de outra, sempre presentes, acompanhando as crianças em seu crescimento e sua crescente capacidade de entendê-las e aplicá-las.

Regras de Futebol do Campinho

Os humores não estavam nada tranquilos. O futebol do campinho, espaço das crianças, sem um juiz adulto que apite o jogo, estava gerando muito “estresse”. Foi preciso parar e rever o que precisava ser conversado. Afinal o momento era para se divertir. Foi então que usamos o espaço da Tribo para, em cima de uma antiga lista de “Regras do Futebol”, recriarmos a nossa, atualizada e discutida com todas as turmas. As novas regras, criadas coletivamente, foram digitadas e coladas na parede da sala para ninguém esquecer. Depois disso, o futebol do campinho passou a ser um momento de mais diversão e menos conflitos, e todos ficaram felizes.

Relaxamento: Momento de cuidar de si mesmo

O relaxamento não pode faltar em nossas Tribos. Começamos sempre com ele. Uma música tranquila, uma história que acalma e nos traz para dentro da nossa imaginação e uma pequena massagem para deixar os músculos bem soltinhos. Um breve, porém intenso momento para estar consigo mesmo e se perceber diferente, perceber o outro e o contexto com mais equilíbrio e possibilidade de agir e de cuidar.

Rio+20 nas Tribos

Não podíamos passar em branco. Nossa cidade estava fervilhando com esse importante evento, precisávamos conversar, saber o que as crianças estavam pensando, entendendo. Numa apresentação no computador, as crianças conheceram uma reportagem da Revista Ciência Hoje das Crianças que explica de uma forma simples e séria conceitos como “Desenvolvimento Sustentável” e “Economia Verde”. No final, a matéria sugere 21 dicas para nós também sermos “Guardiões do Planeta”. Não faltaram comentários e histórias sobre o que cada um já faz no seu cotidiano.

Ed. Fisica

"Comigo não tá!"

Durante o semestre as crianças exploraram o espaço e exercitaram o cuidado e a atenção ao se deslocarem nos diferentes piques no Pereirão. Uma brincadeira que estará sempre presente em nossos encontros durante o recreio.

Olha, Olha a Bola!

Aproveitamos o projeto do ano para pensar sobre um dos materiais mais usados pelas crianças no Pereirão, a famosa "redonda", nossa velha conhecida, a bola. Mas quem será que a inventou? Que tipos de bolas as crianças conhecem? As perguntas foram lançadas e as pesquisas começaram a surgir.

Depois de pesquisar sobre esta invenção e os diferentes tipos de bolas, as crianças realizaram, no Pereirão, estafetas com bolas diferentes como a de ping poing, de tenis etc. Observaram seus tamanhos, pesos, dificuldades e facilidades de manuseio.