Relatório de Grupo – Primeiro Ano – 2012/1 – Projeto: O Bicho Inventor

Projeto

A construção da máquina

Para nossa máquina funcionar, começamos com reencontros, olhares curiosos, matando saudades, criando novas amizades e muita comemoração por estar na “escola de crianças grandes”. Nossa turma logo escutou o samba vencedor e os outros concorrentes. Iniciamos assim os primeiros estudos sobre as invenções.

Pequenos pensadores

O pensador de Singer e o pensador de Rodin nos instigaram a refletir sobre algumas questões. Por que inventamos coisas? Para que servem? Para quem servem? De onde surge a ideia? Depois de tanta conversa, as crianças escutaram a música “O silêncio”, de Arnaldo Antunes, e começaram a criar seus pensadores e suas montanhas de invenções.

Nicolau teve uma ideia

“No tempo das cavernas existia um homem chamado Nicolau. Nicolau teve uma ideia genial de inventar a roda. Outras pessoas também tinham muitas ideias. Um homem teve uma ideia de inventar um carregamento para carregar bananas, outro queria fazer uma plantação, uma mulher chamada Manuela queria desenhar, um homem queria com o fogo conseguir cozinhar, e, por último, um homem queria inventar um pote. Um dia apareceu Nicolau, ele encontrou todos os amigos e juntaram todas as ideias. Inventaram: carrinho de mão, casa com roda, espetinho para rodar em cima da fogueira... Então o lugar foi crescendo e foram existindo muitas coisas. Os pais daquele lugar ficaram tão contentes que resolveram levar os filhos para escutarem as ideias do Nicolau. Então formaram a escola das ideias da época das cavernas.”
Texto coletivo – reconto da história de Ruth Rocha

Invenção da Roda

Depois de ler o livro "Nicolau teve uma ideia", de Ruth Rocha, discutimos sobre as criações. Como transformamos ideias em inventos? As crianças responderam que são necessárias muitas cabeças e tentar muito até acertar. Conversamos sobre a grande ideia do Nicolau: a roda. Resolvemos pesquisar inventos que contam como a roda, e os meios de transporte apareceram em grande quantidade. Mas será que só a encontramos nos meios de transporte? “Claro que não!”, disseram. Encontramos nas engrenagens, nos moinhos, na roda de fiar...

Tempos Modernos

Para falarmos um pouco mais sobre a importância da roda e das engrenagens, assistimos a uma parte do filme "Tempos Modernos", de Chaplin, vendo a famosa cena onde o personagem entra dentro de uma máquina. Discutimos sobre como algumas invenções podem ser boas e ruins dependendo de como o homem as utiliza. Descobrimos a importância da engrenagem que é feita de mais de uma roda e que está presente em várias máquinas que o homem construiu. Para finalizar, todos desenharam, no caderno, o que mais chamou atenção no filme.

Sobre rodas

Aproveitamos as conversas sobre rodas para fazer o primeiro passeio e desfrutar desta grande invenção.
“Nossa turma fez um passeio sobre rodas na Lagoa. Levamos bicicletas, patins, patinete, skate e velotrol. Apresentamos nossos brinquedos, mostramos o movimento da roda de cada um e contamos quantas rodas tinham. Apostamos corrida, brincamos, trocamos de brinquedo e inventamos uma brincadeira nova: pique-esconde-pega. Com tantas rodas, é claro que caímos e até colocamos o pé no buraco. Voltamos com os joelhos um pouco ralados, mas tudo bem! Acabamos o dia comendo pipoca e assistindo ao filme 'Ta chovendo hambúrguer'”. Texto Coletivo

A escolha do nome - Turma das Máquinas

Depois de uma votação em três turnos, foi escolhido o nome: Turma das Máquinas! Na disputa também estavam as seguintes sugestões: Geringonça, Engrenagem e Pensar.

Ana, Guto e o Gato Dançarino

Após a escolha do nome da turma, nossas pesquisas em torno das máquinas começaram regadas à leitura do livro “Ana, Guto e o Gato Dançarino” de Stephen King & Gilda de Aquino. As crianças apreciaram as imagens, descobriram muitas rodas e engrenagens nas ilustrações e discutiram sobre que técnica o artista teria usado para desenhar. Com o início da leitura do livro, os trabalhos entraram no ritmo de uma máquina: a todo vapor!

As geringonças da Ana

O livro conta a historia de Ana, uma moça que fazia botinas iguais, até que um dia teve aulas de dança, e daí encontrou inspiração para criar suas obras de arte e seus sapatos diferentes. Assim, nossas crianças começaram a ficar animadas com as ideias que os artistas têm. Entusiasmadas com Ana, na ficção, começaram a estudar os artistas Adalton Lopes, Getúlio Damado, Alexander Calder e Abraham Palatnik; nossa turma começou então a fazer muita arte!

Getúlio e os Bonecos

O passeio para conhecer o trabalho de Seu Getúlio foi muito especial! As crianças conversaram bastante com ele, que as recebeu com muito carinho e cheio de histórias. "Eu faço arte aproveitando o lixo", foi assim que Getúlio iniciou o bate papo com nossos pequenos. Enquanto falava, nosso anfitrião ia produzindo dois bonecos para a turma, diante dos olhares curiosos de todos. Depois, fomos lanchar e brincar numa praça em sua companhia. Saímos de lá muito felizes e contentes com nossos bonecos Maria Clara e Teco.

O barro de Adalton Lopes

Outro artista que encantou a garotada foi o Adalton Lopes. Ele começou fazendo bonecos de barro e, do desejo de dar vida a suas obras, começou a colocar movimento em seus bonecos, daí surgiram suas primeiras geringonças. Animadas com sua história, cada criança criou seu próprio boneco de argila.

O equilíbrio dos móbiles

Continuando o estudo sobre máquinas, geringonças e arte cinética, os pequenos foram apresentados a mais um artista: Alexander Calder. O circo com personagens que se movimentam e os móbiles que parecem flutuar encheram de colorido nossa sala. Depois de muita observação de móbiles e experiências sobre equilíbrio, as crianças começaram a criar seus móbiles individuais – “para enfeitar o quarto ou a sala”, como disseram.

A visita de um grande artista

“Conhecemos o avô da Sofia, Abraham Palatnik. Ele conversou com a nossa turma, mostrou vários trabalhos e trouxe uma máquina muito bonita. Descobrimos que ele não se inspirou em ninguém. A arte estava dentro dele, achamos que devia estar dentro do coração. Assistimos a um vídeo sobre sua vida e gostamos muito da parte em que seu olho era uma máquina com engrenagens! A visita foi ótima. Aprendemos muito!
Texto coletivo

Mais invenções

Depois de tantos estudos sobre os artistas, as crianças resolveram fazer algumas geringonças para a escola. Primeiro, criaram uma cesta com roldanas para transportar objetos do pátio para sala e vice-versa. Para ajudar nisso, tivemos a visita do Anselmo, que mostrou um vídeo ensinando sobre o sistema de polias e a questão do peso.
A engenhoca seguinte foi um túnel feito de garrafas pet que serviu de pista para carrinhos. Colocamos o túnel no corrimão da nossa escada e discutimos sobre plano inclinado e a velocidade a que os carrinhos podem chegar. Esta criação levou à conversa sobre queda-livre e gravidade – e à conclusão de que o plano inclinado foi uma grande invenção do homem.

A festa das máquinas e dos sapatos

O dia da primeira Festa Pedagógica na Pereirona chegou juntou com toda a vontade de expor para os pais tudo o que tinham estudado e criado. O desejo de apresentar a dança e mostrar os sapatos estava presente a cada segundo! Entusiasmados, a festa começou: dançaram com sapatos mágicos, inventados por eles, e criaram uma engenhoca humana que serviu para “ligar” uma grande cantoria. Cheios de conhecimentos, guiaram seus pais pela exposição com muito orgulho dos trabalhos da turma.

A pausa das máquinas

"O semestre está acabando e ficamos pensando o que mais gostamos de estudar. Mas é difícil escolher, porque achamos muito importante escutar a história do Nicolau, pois a invenção da roda foi muito importante. Foi bem legal ver as máquinas que se mexem do Palatnik. O Calder com o seu circo parece coisa de criança. O Getúlio começou a fazer bonecos com a nossa idade. O barro do Adalton parece nossa argila. E, por causa da Ana, amamos fazer nossos sapatos malucos.
Bem, gostamos de muitos assuntos. E descobrimos que no mundo tem muitas, muitas geringonças!"

Texto coletivo

Matemática

Contando os dias

O calendário era uma atividade muito animada! Todo dia colocávamos no calendário o dia da semana e o dia do mês. Fazíamos perguntas como: que dia foi ontem? Que dia será amanhã? E daqui a uma semana? Quantos dias faltam para a nossa apresentação?
Desta forma, nossos pequenos foram começando a entender melhor os dias da semana e os meses do ano.

Problemas

O que é um problema para você? Assim começamos nossa rodinha de conversa. As crianças pensaram, olharam-se e responderam com muita firmeza:

“É quando eu me machuco e não tem band-aid” – Rosa
“É quando uma criança cai do beliche” – Vicente
“É quando uma casa pega fogo” – Sofia Nazareth
“É quando você está esperando uma pessoa e ela não aparece” – Manuela Pereira

Conversamos sobre problemas com contas e problemas sem contas, problemas do dia a dia e problemas sem solução. As crianças chegaram à conclusão de que os problemas com contas são fáceis de resolver, porém resolver um problema como prender a mão na porta do quarto, isto sim, é muito difícil!

Caixa de problemas

Após nossa conversa sobre problemas, apresentamos para a turma a caixa de problemas. Nela guardamos registros de situações do dia a dia e alguns deles: de lógica, numéricos ou não. Periodicamente, resolvemos os problemas da caixa. Nesses momentos, cada criança compartilha suas ideias sobre a resolução. São tantos problemas que certa vez disseram que precisavam acabar com os problemas das crianças.

Onde encontramos a matemática?

Começamos descobrindo os números presentes no dia a dia: no apartamento, no telefone, na roupa, no jornal, nos preço dos produtos. O caderno de Matemática ficou repleto de algarismos e hipóteses sobre a Matemática.

A Matemática e os jogos

A turma construiu vários jogos que tornaram as atividades de Matemática bastante divertidas, como batalha (jogo de cartas), jogo das 50 casas, jogo de trilha e bingo. Através dos jogos, as crianças contaram os pontos e discutiram: “quem fez mais, quem fez menos”, “de quantos pontos eu preciso fazer para ter a mesma quantidade do meu amigo”.

Contando sapatos

Inspirados pela Ana, as crianças resolveram criar seus próprios sapatos. Quando todos os sapatos chegaram, nossa primeira atividade foi fazer uma estimativa de quantos teriam naquele monte. Muito espertos, logo pensaram no número de alunos e arriscaram: 25! Mas perceberam que eram 25 pares – e agora? Depois de algumas contas chegaram ao número de sapatos: 50!

Artes Visuais

Invenções com o mesmo material

As crianças se dividiram em grupos para criar inventos com os seguintes materiais: copo plástico, palitos de sorvete e churrasco, tecidos, balões, fitas etc. Cada grupo recebeu os mesmos materiais, mas, mesmo assim, idealizou invenções diferentes. Todos perceberam que, juntando suas ideias, poderiam criar coisas variadas para divertir e auxiliar o homem. No final, cada grupo apresentou seu invento para a turma e, em seguida, registraram a atividade no caderno.

As engrenagens do caderno

Colocando toda a criatividade em prática, os pequenos fizeram desenhos usando as engrenagens recortadas como elemento principal e lápis pastel. As engrenagens coloridas, violões, borboletas, sereias, chuva e corações viraram verdadeiras máquinas e o trabalho foi para as capas dos cadernos de projeto!

Criando sapatos

Após algumas brincadeiras com a montanha de calçados, cada criança observou o seu sapato e escolheu os materiais que poderiam usar para recriá-los. Muito concentradas, desenharam o seu projeto e fizeram a customização.

O barro das Máquinas

A argila também foi utilizada para a criação de personagens que nos acompanharam durante o Projeto.

Bonecos de sucata

Depois da aula que Getúlio deu paras crianças, juntamos algumas sucatas e a meninada criou bonecos inspirados no trabalho deste artista.

As máquinas de Palatnik

As crianças ficaram encantadas com as formas e cores que encontraram nas obras de Palatnik. Assim desenharam e recortaram suas próprias formas e produziram trabalhos a partir da observação das máquinas do avô da Sofia.

Essa menina Ana...

A personagem Ana, com toda a sua criatividade, recriou o lugar onde trabalhava. Colocando móbiles, geringonças, cores e muita arte. Assim, nossa turma tirou fotos de lugares da escola e como a Ana, recriaram em cima dessas imagens.

Dança

Mímica e Carnaval

Iniciamos o ano conversando sobre as regras de convivência, nos apresentando e reproduzindo corporalmente o momento mais significativo das nossas férias. Ouvimos e dançamos livremente o samba da escola nos preparando para o Bloco da Sá Pereira.

Dançando com Materiais

Em seguida, exploramos as pranchas de equilíbrio aperfeiçoando nossas habilidades motoras. Entender e perceber como o corpo precisava se posicionar foi um desafio e tanto para os nossos alunos.

Yoga

Com o livro "Historias para se contar com o corpo", de Maria Ferro e Fabrisia Freitas, conversamos sobre a Yoga, contextualizando essa técnica corporal . Aprendemos algumas posturas e lemos duas histórias do livro. Ao fim do exercício, a turma criou uma história que foi contada com o corpo.

Engrenagem Corporal

Estreitando a parceria entre as nossas aulas e o projeto da turma, assistimos à animação "Casa de Máquinas", observando atentamente suas engrenagens. Juntos, selecionamos alguns trechos para transformá-los em movimento. Aos poucos, construímos corporalmente nossa própria casa de máquinas.

Movimento Pendular

Ainda pesquisando elementos que possam fazer parte das engenhocas, experimentamos o movimento do pêndulo. A transferência de peso, de um lado para o outro, trouxe para o corpo um entendimento do que seria o movimento. Posteriormente, assistimos a um trecho do espetáculo "Sonhos de Einstein", da Intrépida Trupe, no qual os bailarinos se penduram em cordas realizando movimentos similares. No tecido, pendurado no salão, as crianças tentaram reproduzir e recriar o que assistiram.

Sapatos Dançantes

Inspirados na leitura do livro "Ana, Guto e o Gato Dançarino", de Stephen Michael King e Gilda de Aquino, as crianças trouxeram os sapatos enfeitados por elas para a nossa aula. Assistimos a alguns trechos de sapateado para nos inspirar e começamos nossa pesquisa de movimentos liderados pelos pés. Nossas improvisações foram organizadas e apresentadas na Festa Pedagógica.

Festa Junina

Para encerrar o semestre, ouvimos e dançamos algumas canções típicas da Festa Junina, explorando seus movimentos e conhecendo um pouco da cultura popular.

Música

Carnaval

Nas semanas que antecederam o Carnaval, além de cantar o samba do bloco da escola, as crianças conheceram um pouco melhor os instrumentos que compõem uma bateria de Escola de Samba. Conversamos sobre suas características principais, como eles se organizam e quais são as suas funções a partir do vídeo “Imperatriz do Carnaval” (http://www.youtube.com/watch?v=V5nCOpd16AM ) e do conteúdo produzido pela IG http://carnaval.ig.com.br/rio/veja+como+funciona+a+bateria+da+grande+rio/n1238013007058.html .

"O Passo" e o "Pré-Passo"

O estudo do Método O Passo começou logo após o carnaval com o "Pré Passo": uma série de exercícios feitos em dupla que ajudam as crianças a se aproximarem de alguns conceitos centrais do trabalho como a importância do andar, a necessidade de se conectar com o outro durante as práticas musicais e a noção de regularidade rítmica. Esses exercícios foram realizados durante todo o semestre e dividiram o tempo das aulas com todas as outras atividades.

Objetos sonoros

Motivados pelo vídeo "Sinfonia do Alto da Ribeira", no qual Hermeto Pascoal e sua banda exploraram a sonoridade de formações rochosas como estalactites e estalagmites, dentro de uma caverna, as crianças começaram a buscar objetos do cotidiano que fizessem sons interessantes, embora não fossem instrumentos musicais tradicionais. Esses objetos foram trazidos para a escola para que todo o grupo pudesse experimentá-los.
Outras fontes como o Uakti e o Stomp foram apreciadas e discutidas o que enriqueceu ainda mais essa exploração.

Festa Pedagógica

No meio do semestre, com as crianças envolvidas com o tema de estudo de Projeto, começamos a cantar “Máquina Fantástica”, de Ana Maria Moura. Partindo da cantoria, as crianças criaram uma coreografia que foi ensaiada nas aulas e apresentada na Festa Pedagógica.

Festa Junina

Terminamos o semestre conversando sobre a música na Festa Junina. Vendo e ouvindo diversas gravações, as crianças conheceram melhor alguns ritmos nordestinos muito tocados nas festas de São João: o xote, o baião e a quadrilha, bem como seus instrumentos típicos. Aproveitamos esse momento também para cantar o repertório dançado pelas turmas na Festa Junina.

Inglês

Welcome!

As aulas de Inglês são sempre uma novidade para esse grupo de pequenos que chega à Pereirona! Numa mistura de curiosidade e receio com relação ao novo, as crianças começaram o ano demonstrando interesse pelas diferentes atividades e pelas músicas, sempre muito observadoras e dispostas! Para algumas crianças este não é o primeiro contato com a língua inglesa. E logo nos primeiros encontros elas trouxeram seus repertórios musicais em inglês. O que serve de estímulo para aqueles que, precisam se sentir mais confiantes.

Carnaval, masks and colors

Os festejos de Momo encheram as aulas de cores e alegria. Fantasias, máscaras e enfeites coloridos serviram de inspiração para pintarmos e desenharmos no caderno, explorando e nomeando as cores em inglês. As cores primárias foram misturadas na frente das crianças resultando em novas cores.

"Brown Bear, Brown Bear what do you see?"

A leitura deste livro, de Eric Carle, mobilizou a atenção dos pequenos e facilitou a nomeação das cores e de alguns animais. A história também foi apresentada na sua forma musical e as crianças tiveram a oportunidade de assistir ao vídeo em que o próprio autor canta/recita sua obra.

Bingo: Brown Bear and colors

As palavras conhecidas com as histórias contadas durante o semestre se transformaram em um animado e colorido jogo de bingo. Foram muitas as rodadas desse jogo com as crianças se revezando entre jogadores e "teacher". Além de se divertirem, foram se apropriando desse vocabulário e confrontando suas hipóteses sobre a pronúncia.

F1 Play List

Começamos as aulas em roda, quando cantamos, dançamos, fazendo gestos referentes à letra das músicas. Além de ser um momento animado, é uma ótima oportunidade para as crianças reconhecerem palavras e se sentirem mais à vontade para arriscar oralmente nessa língua diferente!

Clouds

A leitura do livro "Little Cloud" de Eric Carle foi uma descoberta para as crianças. Elas logo reclamaram: " Mas você vai contar em Inglês? Conta em Português senão a gente não vai entender nada!" Qual não foi a surpresa quando eles perceberam que , com a ajuda das imagens e de gestos foi possível entender toda história. Em seguida subimos até o Pereirão e observamos as nuvens e suas formações.

Toys

Uma conversa sobre brinquedos e brincadeiras deu ínicio ao projeto "Toys". De qual invenção vocês mais gostam? "Festa de aniversário, videogame, brigadeiro, brincadeira, brinquedo!" Essas foram as respostas das crianças. Empolgadas com o tema, a conversa entrou no túnel do tempo e foi parar nas cavernas. "Como as crianças se divertiam quando não havia brinquedo? Elas usavam pedras, cipó...". Esse papo foi só o começo e continuamos a explorar esse assunto. Perceber que algumas brincadeiras eram possíveis, mesmo quando não havia nenhum apetrecho eletrônico, causou espanto em alguns.

Mr. Potato Head

Depois de tanta discussão, decidimos estudar a história de alguns brinquedos, iniciando pelo famoso Mr. Potato Head. Depois de assitir a vídeos sobre o brinquedo, cada um se divertiu criando os Mr. Potato Head "Eyes, mouth, nose, arms and legs", cada um tentou dar uma personalidade diferente para seus bonecos, mudando os olhos, trocando a cor do cabelo. Na hora de brincar, observamos que usaram o vocabulário da música "Head and Shoulders" e da história "Brown Bear". Qual será o brinquedo do próximo semestre? Aguardem!

Ed.Fisica

O Pereirão

O primeiro mês no Pereirão foi um período importante de reconhecimento e exploração do espaço, experimentação de novos materiais, em especial as bolas, e oportunidade de trabalho em grupo com muita brincadeira. Depois de se apropriarem deste novo espaço, exploraram diferentes níveis de movimento, brincaram de "Batatinha frita 1,2,3", "Vivo ou morto" e tantas outras brincadeiras.

Olha, Olha a Bola!

Aproveitamos o projeto do ano para pensar sobre um dos materiais mais usados pelas crianças no Pereirão, a famosa "redonda", nossa velha conhecida, a bola. Mas quem será que a inventou? Que tipos de bolas as crianças conhecem? As perguntas foram lançadas e as pesquisas começaram a surgir.
Depois de pesquisar sobre esta invenção e os diferentes tipos de bolas, as crianças realizaram, no Pereirão, estafetas com bolas diferentes como a de ping poing, de tenis etc. Observaram seus tamanhos, pesos, dificuldades e facilidades de manuseio..

"Comigo não tá!"

Durante o semestre as crianças exploraram o espaço e exercitaram o cuidado e a atenção ao se deslocarem nos diferentes piques no Pereirão. Uma brincadeira que estará sempre presente em nossos encontros durante o recreio.