Histórias para se Contar com o Corpo (F1M)

Trabalho realizado nas aulas de Dança com a F1M, inspirado no livro Histórias para se Contar com o Corpo, de Maria Ferro e Fabrisia Freitas.

Histórias para se Contar com o Corpo (F1T)

Trabalho realizado nas aulas de Dança com a F1T, inspirado no livro Histórias para se Contar com o Corpo, de Maria Ferro e Fabrisia Freitas.

ABCDdário - F8M e F8T

A leitura de O Barão nas Árvores, de Ítalo Calvino, no primeiro trimestre, nos fez pensar no gesto de Cosme Chuvasco, que decide pular os muros que sua família construíra em torno de si para conhecer sua vizinhança, fazer novos amigos e viver aventuras. No sentido de trazer esse gesto da ficção para o nosso cotidiano, lemos umas série de textos, literários e jornalísticos, a respeito dos diferentes muros sociais que nos circundam e que, por vezes, não percebemos. Dentre estes textos estava o Poeminho do Contra, de Mario Quintana. Durante o trabalho com os versos de Quintana, os alunos Lourenço e Antônio Janequine, da turma da manhã, criaram um intertexto muito interessante com o rap e o seu conteúdo de denúncia e superação de obstáculos. É desta contribuição que surge o exercício de escrita em exposição. Leia o relato da F8M sobre esse processo de leitura e criação:
"Quando estávamos analisando o poema de Mario Quintana Poeminho do Contra, dois alunos lembraram do rap MOB79 - Atleta do Ano (Remix) Part. Djonga, Don Cesão, BK e Febem [Prod. Torres] que fazia referência ao tal poema nos versos:
'Jogador caro, eu sou o futuro
Eles ainda são gandula no pretérito
Tô dando papo de visão, como você se sente vendo um preto em ascensão?
Uns X9 conversarão, nós segue passarinho já que eles não passarão.'
Assim, durante a discussão sobre o rap, estilo musical que tem muita relação com a língua, um dos alunos citou a música
Desafio de Rima - ABCdário - Fabio Brazza (prod BigWiz). Então, adotamos essa ideia e aceitamos o desafio."
Acompanhe o resultado.

Gestos Poéticos

As F7 têm se ocupado de apreciar – olhar, ouvir, pensar, criar, falar poesia. Gestos poéticos pequeninos, às vezes uma(s) palavra(s) ou poucos versos, como nos haicais, até cordéis de fôlego, são inspiradores. A meninada vai se arriscando, se aproximando desse artefato que é o texto literário, se apropriando a partir do que vive/sonha e se surpreendendo com isso, muitas vezes com as próprias criações. Nas aulas de Português, têm se ocupado de invenções, experimentações e possibilidades.

Mapas - Viagens de Gulliver

"Ler Viagens de Gulliver coletivamente, no espaço da biblioteca, faz parte do nosso compromisso de formação do leitor literário. O desafio é grande, estamos diante de um clássico! Formamos ali uma pequena comunidade de leitores, onde cada estudante se assume como um sujeito leitor, mas também reconhece o outro e os sentidos que ele produz. Trata-se de uma interação fundamental para ampliarmos o processo de significações - e estamos falando de leitores principiantes nesse tipo de texto.
Os mapas fizeram parte de um conjunto de atividades entrelaçadas e realizadas nas aulas de Português, sempre com a pretensão de ampliar o prazer da leitura. Neste caso, queríamos explorar os diferentes sentidos construídos a partir de uma cartografia de leitura. Quais os diferentes elementos da narrativa saltaram aos olhos, à medida em que a primeira aventura (Viagem a Lilipute) se desenrolava? Ainda pudemos contar com os conhecimentos construídos nas aulas de Artes e Geografia."
(Professora Flávia Lobão)