Relatório de Grupo do Segundo Semestre de 2010

Da Raiz à Copa

Início do Projeto

O novo projeto, sobre as árvores de nossa cidade, está tomando forma. Qual a importância das árvores nas cidades? De que forma influenciam a vida das pessoas? Que árvores encontramos? Estas questões, além de muitas outras, enriqueceram nossas discussões.

Nomeando a Pesquisa

Estamos pesquisando, fotografando, entrevistando pessoas na rua e ficando, cada vez, mais envolvidos com a história de Rubens, o semeador. Com pouco tempo de estudo já é possível constatar o encantamento das crianças com as árvores da cidade. Discussões sobre as espécies mais bonitas e preferidas como palmeiras, amendoeiras e ficos fazem parte do nosso dia a dia.

Pesquisa de Rua

Caminhando pelos arredores da escola, entrevistamos as pessoas que passavam. O objetivo era investigar o conhecimento e as preferências sobre as árvores de nossa cidade. Após a tabulação e análise das respostas construímos um gráfico para organizar as informações.

Burle Marx

Através dos registros das espécies nas ruas em que moram, e também dos jardins de Burle Marx, as crianças perceberam a diversidade que compõe os projetos do paisagista e os contrastes de cores, formas e texturas que desenham os espaços. O passeio pelo
Aterro do Flamengo, em companhia de Moema, complementou nossos registros.

O Aterro de Burle Marx

“Fomos ao Aterro do Flamengo, para observar os jardins de Burle Marx. Descobrimos nomes de árvores que ainda não conhecíamos como, abricó de macaco e o fícus. Percebemos que algumas flores e frutos têm cheiros maravilhosos, mas também podem ter odores não muito agradáveis! Tiramos fotos de diversas árvores sempre prestando atenção nos contrastes – árvores altas e baixas; árvores finas e grossas; com a copa volumosa e bem ralinha. Ao olharmos para as copas, notamos que pareciam centopéias de tão juntinhas e com um caminho curioso que faziam uma ao lado da outra. Aproveitamos para subir em árvores, brincar de pique-árvore, nos pendurarmos nos cipós e até surfamos em uma folha gigante que encontramos no chão! No fim, tivemos uma tribo bem diferente no meio das palmeiras do MAM. Ficamos quietos para relaxar e escutar o som do vento nas folhas das árvores. Foi um passeio e tanto!”
Texto coletivo

Da Raiz à Copa

Depois de muitas ideias e sugestões, nossa turma escolheu o nome do projeto sobre as árvores na cidade. O vencedor foi "Da raiz à copa"! Rafael Rondineli e sua mãe, Tereza, nos presentearam com um lindo adesivo com o nome do projeto. Muitas crianças colaram nas agendas e na janela do quarto! Foi um sucesso!

Aprendendo a Plantar

Começamos a trabalhar com o livro "Rubens, o semeador". Acompanhamos a dedicação de Rubens, quando era menino, em plantar uma árvore na sua rua. Inspirados pelo desejo de plantar, a meninada aprendeu sobre a terra adequada, as sementes e o carinho que podemos dar às plantas. Então, divididos em trios, cada grupo plantou sua semente e torceu que germinassem.

Mais Jardim Botânico

"Finalmente nós fomos ao Jardim Botânico! Estávamos esperando por esse passeio há muitos dias! Observamos as diferentes espécies de árvores, como oiti, ipê branco, eucalipto, rabo de cutia, chichá, pau-brasil, jequitibá e muito mais. Fomos ao herbário ver o armazenamento das plantas e vimos algumas bem antigas. Passamos pelo mirante de pedras e pudemos ver as vitórias-régias. Descobrimos que uma vitória-régia adulta pode aguentar até 45kg. No caminho, encontramos duas moças que estavam estudando para ser professoras. Gostaram tanto da nossa turma que pediram para acompanhar nosso passeio! Foi um dia muito especial!"
Texto coletivo

Organizando o Conhecimento

Empenhadas na elaboração das exposições para a Feira Moderna, cada grupo precisou reencontrar, nos registros dos cadernos, os conteúdos pesquisados para serem incorporados às explanações.

Trabalho de Campo

O que temos em comum com as árvores? Quando uma planta pode ser chamada de árvore? Que elementos auxiliam na identificação da espécie? A partir de vários questionamentos, a meninada trabalhou, num viés mais científico buscando conhecer as partes que compõem um vegetal, suas características e outras peculiaridades. Para ampliar os olhares, fizemos um trabalho de campo.

Dia das Crianças

Comemoramos esse dia tão feliz no Parque da Cidade. As crianças brincaram, correram e se divertiram a valer. Fizemos um gostoso piquenique.

Mais Pedra, muito Bonita

“Nossa turma foi à Pedra Bonita. Logo no começo, a ladeira de asfalto cansou quase todo mundo! Achamos que estávamos no final, quando percebemos que ainda nem tínhamos entrado na trilha. Aprendemos com o Chico, ex-aluno da escola, sobre o polén e a reprodução das árvores, a ramificação da bananeira e sobre as árvores primárias e secundárias. Ficamos impressionados quando ele pegou um punhado de terra cheio de folhas secas, galhos e raízes e disse que ali tinha mais seres vivos que humanos na Terra! Quando paramos para lanchar, tivemos o privilégio de ficar entre as nuvens, percebendo que estávamos bem alto. Mas por conta dessas nuvens não pudemos apreciar a paisagem. Para acabar nosso passeio, fomos ao Parque do Martelo, plantamos um ipê amarelo e cantamos uma música para ele crescer com sorte e bonito."
Texto coletivo

A Feira Moderna

Realizada há vários anos, a Feira tem como proposta dar visibilidade aos estudos, pesquisas e experiências em diferentes areas do conhecimento como Ciências, História, Geografia, Matemática, Línguas e Literatura.
Além de desenvolver habilidades como produzir cartazes, resumos e maquetes, os alunos exercitam a organização e a divisão das tarefas em pequenos grupos. Em nome do compromisso coletivo, expectativas, frustrações e muita discussão estão nos bastidores dessa atividade escolar planejada e esperada cuidadosamente por professores e alunos.
Com a proximidade, o ritmo de trabalho se acelera. Para os alunos, compartilhar com as famílias o que aprenderam, foi um grande estímulo.

Brincadeira é coisa séria

Finalmente chegou o grande dia das crianças demonstrarem o tanto de conhecimento adquirido ao longo do projeto sobre as árvores da cidade.

"Percebi o quanto eu sabia falar sobre as árvores e suas histórias."

"Muitas pessoas estavam curiosas sobre esse projeto, queriam saber tudo o que tínhamos para dizer."

"Esse é um estudo sem fim."

As crianças ficaram felizes e recompensadas pelo empenho e disciplina que dedicaram para a elaboração dos estudos e trabalhos.

Matemática

A chegada da Subtração

Nesse semestre apresentamos a conta armada da subtraçao. Foi preciso concentração para não misturar os procedimentos da adição com os da subtração. Aos poucos nossos pequenos estudantes apropriaram-se do novo algoritmo, executando-o com competência.

Problema não é problema

Ao longo do semestre, a turma seguiu estudando uma multiplicidade de situações-problema envolvendo várias operações matemáticas. O objetivo principal não foi o uso do algoritmo, principalmente nas situações que implicavam em multiplicação e divisão, mas sim a aplicação de estratégias para dar conta da resolução das questões. Trabalhamos ora individualmente, ora em grupo.

Pra quê dinheiro?

O trabalho com sistema monetário começou a partir de uma apostila exclusiva sobre o assunto, abordando uma gama de aspectos, inserida na concretude de nossa realidade social, valendo-se, porém, de uma boa dose de humor. Posteriormente, partiu-se para o manuseio do dinheiro "de mentira", utilizando-o nas atividades propostas em sala para o aprendizado do troco. Daí veio a ideia de brincar de mercado.

Sistema monetário

As crianças estudaram nosso sistema monetário manuseando o dinheiro "de mentira", para que pudessem depois, assumir o lugar de comerciantes de verdade. Este trabalho serviu para preparar a ida à CADEG, para a compra de produtos no atacado, seguida da venda no varejo, na feira para os pais, aqui na escola.

Brincando de mercado

Juntamos várias embalagens de produtos para montar um mercado. Analisamos encartes, estimamos preços, fizemos arredondamentos e, por fim, brincamos de mercado simulando situações de compra e venda para trabalhar o troco. A atividade também ajudou no estudo e familiarização das medidas de massa e capacidade. Assim, fomos nos preparando para a inauguração e o funcionamento da nossa feira.
Juntamos várias embalagens de produtos para montar um mercado. Analisamos encartes, estimamos preços, fizemos arredondamentos e, por fim, brincamos de mercado simulando situações de compra e venda para trabalhar o troco. A atividade também ajudou no estudo e familiarização das medidas de massa e capacidade. Assim, fomos nos preparando para a inauguração e o funcionamento da nossa feira.

Medidas e pregões

Para viver a aventura da ida à CADEG e da feira na escola, foi preciso estudar também as medidas de massa, de capacidade, os conceitos de dúzia, meia dúzia, além de criar os pregões para atrairmos os fregueses.

CADEG

As F3 foram abastecer suas barracas no mercadão da CADEG. Promoção, abatimento, atacado, varejo, lucro, prejuízo... Essas e outras palavras do universo comercial estavam na boca dos nossos pequenos feirantes durante o passeio.
Pesquisaram preços, produtos que pudessem se manter com qualidade até o dia da feira e usaram muito cálculo mental para os pagamentos e trocos.

Feira das F3

"Moça bonita não paga, mas também não leva"
"Olha o mamão aqui na minha mão, só..."

Em meio a pregões, os feirantes da F3 venderam uma variedade de produtos: abacaxi, banana, laranja... Era muita coisa! Prejuízo? Não... As crianças souberam fazer a oferta na hora certa. Depois de quebrar a cabeça contando as notas e moedas, conseguiram devolver o adiantamento da escola e dividir o lucro entre as três turmas. Mesmo com a xepa, sobrou muita batata. Fizemos um lanche com batata assada e requeijão.

Artes

Árvores

Que cores podemos utilizar para representar uma árvore? Na tentativa de provocar a imaginação e ampliar as possibilidades dos que apresentaram respostas entre os verdes e os marrons, apreciamos uma coletânea de imagens de diferentes artistas, épocas, escolas e estilos, com variadas interpretações. A partir daí, criamos nossas próprias árvores com uma gama enorme de cores. Relembrando esse estudo, bem mais sabidos sobre o assunto, produzimos três árvores enormes para a Feira Moderna. Um coqueiro, uma amendoeira e um pau-ferro!

O que é um jardim?

Burle Max veio ao encontro das árvores da cidade. As crianças o ouviram definir um jardim como um jogo de cores, formas e volumes, num documentário comemorativo de seu centenário e puderam observar essa face de sua obra, no Aterro do Flamengo. Nos pusemos, então, a explorar suas ideias plasticamente.

Burle Marx

Estudamos sobre a vida e a obra de Burle Marx, sua paixão pelas plantas nos contagiou. Esse estudo mudou completamente nosso modo de olhar a cidade. Visitamos o Aterro do Flamengo observando as linhas e curvas formadas tanto pelas pedras portuguesas, quanto pelas diferentes espécies de plantas. Depois disso, montamos um painel - projeto de um jardim visto de cima, como os que ele montava em seu escritório, brincando com as formas, cores e os contrastes. Para esse trabalho utilizamos a técnica de recorte e colagem.

Expressão Corporal

Folhas Dançantes

Com um monte de folhas secas de amendoeiras, fizemos uma aula bem divertida. Num primeiro momento, as crianças fizeram uma exploração sensorial e, em seguida, inspiradas pelas árvores da cidade, vivenciaram uma movimentação individual representando uma semente crescendo e transformando-se em árvore. Numa movimentação coletiva, representaram também uma única árvore, com a união de todos os corpos. Para finalizar, espalharam bem o monte de folhas com passos de dança e, a partir dos desenhos criados pelas folhas no chão, fizemos uma dinâmica explorando diversos movimentos pelo espaço do salão.

Qualidade de Movimento

Algumas aulas foram dedicadas a exploração das qualidades opostas dos movimentos: redondo/reto, rápido/lento, forte/suave, segmentado/fluido, entre outras. Em diagonais pela sala, as crianças foram incorporando essas qualidades à suas improvisações. Depois aproveitamos este estudo para realizar uma proposta de composição coreográfica individual.

Capoeira

Recebemos uma convidada especial, a professora de capoeira Kapim. Ela falou sobre os fundamentos do jogo: ginga, esquivas, golpes, movimentação e, talvez o mais importante de todos, o olhar sempre voltado para o outro. As crianças aprenderam novos movimentos, além de experimentarem a movimentação do jogo na roda, ao som do pandeiro e do berimbau. Nossos ensaios para a festa de encerramento ganharam novo fôlego depois dessa experiência.

Festa de Encerramento

Depois de muitas explorações, oficinas e aulas sobre o tema da capoeira, fechamos esse estudo marcando nossos passos numa composição coreográfica. Nela fizeram-se presentes elementos importantes como a confiança, o cuidado, a troca do olhar, a exploração do espaço. Essa produção trouxe bons aprendizados para o grupo.

Música

O estudo da flauta doce

Na volta das férias, retomamos o estudo da flauta doce associado ao Passo, introduzindo a música "Murucututu", do livro "Vamos tocar flauta doce – 1o volume", de Helle Tirler. Além de um ritmo mais complexo, esta música possui notas que as crianças ainda não conheciam. Com as muitas audições individuais, as crianças foram percebendo como O Passo e o estudo em casa são importantes para aumentar o domínio do instrumento e a compreensão do repertório trabalhado. Assim, o desafio foi sendo vencido. A medida que cada uma foi apresentando a música bem tocada, uma nova partitura era entregue, "Refazenda", de Gilberto Gil. O trabalho com a nova música seguiu os mesmos passos, embora o tempo não tenha sido suficiente para concluí-lo.

Cantando e apreciando

Nem só de flauta as aulas de música foram feitas. Cantamos "Refazenda", de Gilberto Gil, e "Matança", de Jatobá, inspirados no tema de estudo das aulas de Projeto.
Dedicamos também, vários momentos à apreciação musical. As crianças ouviram gravações de obras para flauta doce de diferentes períodos e com formações variadas: duos, quartetos, solo, acompanhada de orquestras ou cravo. Com isso, a turma pôde conhecer melhor o instrumento estudado, além de ampliar os conhecimentos sobre história da música.

Banho de Flauta!

Para finalizar o ano, as crianças tiveram uma aula de música diferente: o Banho de Flauta. Neste dia, aprenderam a lavar a flauta caprichadamente, usando água e sabão de coco. Aproveitamos o calor para um alegre banho de mangueira.

Teatro

A Figueira Centenária

Apresentamos o texto "A Figueira Centenária", uma adaptação do original, de Ana Maria Machado, publicado num encarte antigo de um exemplar do Jornal do Brasil, no qual a autora aproveita a notícia de um fato verídico - a tentativa de derrubada de uma figueira centenária que foi frustrada pela mobilização da comunidade e da mídia - para explicar como funciona um jornal. Fizemos uma leitura dramatizada e depois iniciamos a montagem de esquetes, pensando também, nos adereços para melhor caracterizarem seus personagens.

Observação e Crítica

Finalizado o trabalho com o texto "A Figueira Centenária", depois de muitos ensaios, apresentações para outras turmas e até filmagens, as crianças assistiram a sua produção. Foi um trabalho enriquecedor, pois tiveram a oportunidade de observar, avaliar e criticar o resultado de um processo realizado em sala de aula. A análise crítica leva à auto-avaliação e reflexão sobre postura, dedicação e desempenho.

Retrospectiva e Festa de Encerramento

Encerrando o ano, contamos a história da peça da Festa de Encerramento. Nosso objetivo era que pudessem participar compreendendo o contexto e percebendo a importância do trabalho da turma para compor o todo. O terceiro ano marcou presença com sua dança e nos ajudou a contar a viagem de Paulo pelas cidades do Brasil à procura de seu grande amor.
Para avaliar o trabalho vivido durante o ano relembramos o que realizamos em nossas aulas através da elaboração de cenas que retratavam alguns exercícios, apresentações e outros momentos marcates. Cada grupo escolheu dois ou três desses momentos para mostrar para o resto da turma. Desta forma, refletiram sobre as aulas e sobre atitude de cada um em relação à produção do grupo. O mais interessante foi perceber como todos aprenderam e levam muitas lembranças.

Inglês

Speaking English

Durante o segundo semestre, continuamos a trabalhar com o calendário mensal. Ele sempre traz a possibilidade de falarmos dos meses do ano, dos dias da semana e dos dias do mês, além de acontecimentos, comemorações de aniversários e festas da época em questão. Essas atividades acontecem em todas as aulas, através de um jogo de perguntas e respostas que são registradas no caderno. Esse trabalho rotineiro resulta em uma melhor assimilação dos conteúdos citados, trazendo confiança e desenvoltura para as crianças se expressarem oralmente.

Sentences

Formar pequenas frases é um dos objetivos do terceiro ano. Em duplas, as crianças se divertiram tentando encontrar as palavras certas dentro do pequeno vocabulário que já se formou nestes dois anos. Eles já perceberam as mudanças que são necessárias fazer para construir uma frase no singular ou no plural. O trabalho foi interessante. Ajudaram-se mutuamente, dando sugestões e fazendo elas próprias as correções necessárias para a melhoria da frase.

Parks and Gardens

Buscando uma aproximação com o projeto desenvolvido pela turma, foi feito um trabalho de pesquisa nas grandes cidades ao redor do mundo para encontrar em cada uma delas um parque ou jardim que servisse de pulmão para os habitantes.
Nesta pesquisa encontramos o Central Park , em New York; Lumphini Park em Bangkok, Ibirapuera em São Paulo entre outros tantos. Nas conversas geradas por essa descoberta, as crianças discutiram sobre a importância desses parques para as cidades e seus moradores.

Guerrilla Gardeners

E em Londres, nós descobrimos um grupo que faz um trabalho muito interessante de jardinagem. Sem esperar pela ação dos governos e órgãos competentes, seus participantes colocam a mão (e o seu dinheiro também! ) na massa e recuperam canteiros e jardins por toda a cidade. Eles são os Guerrilla Gardeners! Essa ideia contagiou as crianças que ficaram impulsionadas a sair pelas ruas replantando e cuidando dos canteiros tão abandonados de nossa cidade. A cada dia uma criança contava sobre um canteiro que tinha visto, perto da escola ou de casa, que precisava ser recuperado. Descobrimos também que essa ideia já se espalhou pelo mundo e foi possível ver as imagens e ler os depoimentos de vários guerrilheiros internacionais. Quem se habilita?

How to be a Guerrilla Gardener

Vamos assistir novamente ao vídeo com a entrevistadora Didi Wagner e descobrir o que é necessário para se tornar um "Guerrilla Gardener".

Computer games

Nossas idas à sala dos computadores foram regulares e as crianças tiveram a oportunidade de pesquisar imagens, escrever e jogar em sites educativos que formalizam um pouco os conteúdos estudados de uma maneira lúdica e fácil. As atividades foram trabalhadas em duplas para que as crianças tenham a oportunidade de trocar conhecimentos e resolver questões e dúvidas com a ajuda de um colega ou da professora. Nestes momentos a diversão era certa!

The final challenge: F3 X Family

As F3 estão sabendo tudo sobre "Days of the week" e resolveram propor um desafio virtual para os pais, irmãos, tios, primos etc.
Confira no endereço do link.
São divertidos jogos com palavras!
Quem aceita?

Educação Física

Jogos e brincadeiras

O retorno das férias foi tranquilo e, neste clima, reiniciamos as atividades no Pereirão buscando através dos jogos de futebol, queimado, pique-bandeira, basquete e handebol proporcionar às crianças não só a melhoria de suas habilidades, mas também novas oportunidades de trabalho em equipe. Durante o semestre, aperfeiçoaram o equilíbrio, a destreza para as mudanças de direção e as ações de girar, correr, saltar, chutar. Reivindicaram, ouviram, propuseram alternativas, expuseram sentimentos; um exercício também para a vida. Para fechar o ano, planejamos mais um Pereirão sobre rodas.

Tribo

A Cidade e a Criança

Neste segundo semestre, ampliamos o conhecimento adquirido anteriormente sobre as “regras de convivência na escola”. Com o intuito de que o assunto expandisse para fora da escola, várias dinâmicas e muitas conversas foram realizadas. O projeto institucional "Das aldeias às grandes metrópoles" fez com que a cidadania ficasse no foco das nossas discussões. Assim, tivemos contato com algumas leis que todos precisam respeitar para viver em uma cidade grande. A partir do ponto de vista da criança, analisamos criticamente os espaços da nossa cidade criados pelos adultos e oferecidos às crianças. Algumas indagações foram feitas: "O que tem de bom para as crianças na nossa cidade?"; "O que falta no Rio de Janeiro para ser uma cidade melhor para as crianças?"; e ainda, "O que tem de ruim em nossa cidade e que precisa ser cuidado?".
O processo foi bastante vivenciado e, ao final, os alunos produziram um mural coletivo que esteve exposto no pátio da escola, com desenhos e opiniões.

Eleições

Aproveitamos a proximidade das eleições para pensar em nossas expectativas sobre os candidatos. Experimentamos escrevê-las em cartas e as compartilhamos no grupo. Dessa forma, as crianças puderam aprofundar a discussão sobre os vários problemas sociais que grande parte da nossa população enfrenta diariamente. Acreditamos que esse tipo de reflexão pode ajudá-las a observarem o quanto são privilegiadas enquanto muitos cidadãos precisam lutar para garantir seus direitos.

Alguns Encontros

As brincadeiras nos recreios e o Futebol foram assuntos tratados em nossos encontros. Inicialmente, recebemos a Vivi, auxiliar responsável por esses momentos, dinamizadora dos jogos para o pátio. Vivi nos apresentou várias novidades. Além de brinquedos comprados durante as férias de julho, trouxe propostas para que todos se divertissem à valer e pudessem desfrutar desse horário com maior prazer. Janaína, professora de Educação Física que acompanha as crianças no Pereirão, também esteve presente em algumas Tribos ouvindo a todos, listando sugestões e buscando soluções para os problemas encontrados.
Ainda tivemos a visita, muito especial, da Keka, mãe da Tatiana, que trouxe para compartilhar com a turma um pouco de sua experiência pessoal como jogadora de um time só de mulheres, o “Rebola Futebol Clube”. Assim, fechamos nossas discussões sobre os diferentes conflitos vividos no grupo e entendemos e aprendemos que o mais importante no jogo é a integração, a participação e a amizade.

Desejos e mais Desejos

Em clima de muita emoção e concentração, nos despedimos, como sempre, em um ritual de leitura e queima de desejos que ficam guardados, desde a primeira Tribo do ano até o nosso último encontro. É comum muitas crianças esquecerem o que escreveram e acharem graça disso. Nessa hora, os olhos brilham! Alegres ou tristonhos comentavam no grupo se os desejos haviam sido ou não realizados, se ainda precisavam de um tempo maior ou mais empenho para que fossem conquistados.

O Término do Ano

Esse é um momento muito especial para esse grupo. Agora, as crianças já se percebem crescidas e se veem diante de novos desafios, expectativas e responsabilidades. A turma viveu alguns conflitos ao longo desse tempo, mas puderam conversar sobre eles e falar sobre os seus sentimentos. Assim, fortaleceram a esperança de continuarem muito amigos no ano que vem, aqui na Sá Pereira.